Em 30 de Junho de 1962, com a ajuda do PCP (Jaime Serra, José Nogueira e António Dias Lourenço), Doutor Agostinho Neto, com 39 anos de idade, juntamente com a família (esposa e filhos), foge de Portugal com destino à África. Mário Pinto de Andrade foi ao encontro de Neto em Ribat [Marrocos], tendo – lhe depositado a presidência do MPLA.
Por João Henrique Hungulo
O Presidente da República, João Lourenço, concedeu segunda-feira uma entrevista à RTP, a primeira a uma televisão portuguesa desde que assumiu o poder, em Setembro de 2017
O Presidente angolano, João Lourenço, afirmou esta segunda-feira que a luta contra a corrupção, para que se diz "preparado", é do MPLA, admitindo ter acompanhado "tudo o que foi sendo feito de bom e de mau" pelo partido que lidera.
Sonangol, Vidatel de Isabel dos Santos e Geni, todos accionistas da Unitel com igual participação (25%), não vão pagar os três mil milhões de dólares reclamados pela PT/Oi, outro accionista, sobre “alegadas perdas sofridas”. Decisão é do Tribunal Arbitral que autoriza apenas pagamento de um montante equivalente a 20% do total reclamado.
Angola vai enviar, anualmente, 300 licenciados para "as melhores universidades do mundo", iniciativa governamental que vai permitir aos estudantes angolanos "beneficiarem do contacto com as experiências formativas e científicas e dos efeitos da aprendizagem em contexto de alta exigência".
Níveis de corrupção eram insustentáveis, defende Presidente angolano, mas nega perseguição a filhos de Eduardo dos Santos. Sonangol fica na Galp e vem aí uma boa surpresa para Portugal.
Augusto Tomás está detido desde 21 de Setembro e vai responder pelos crimes de peculato, violação das normas de execução do plano e orçamento, abuso de poder, branqueamento de capitais e associação criminosa.
João Lourenço falou esta segunda-feira, pela primeira vez, a um meio de comunicação português e afirmou que os níveis de corrupção no seu país atingiram "níveis insustentáveis" e que por isso é um combate prioritário.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros português esclareceu os contornos da posição assumida junto das autoridades angolanas sobre os incidentes no bairro Jamaica sem nunca referir um pedido de desculpas, como foi divulgado pelo governo de Luanda.
Em causa o incidente entre moradores angolanos do Bairro da Jamaica, no Seixal e a polícia, ocorrido em janeiro e que deu origem depois a uma manifestação realizada em Lisboa, em que se registaram incidentes entre manifestantes e polícias.