O vídeo da decapitação do jornalista Steven Stoloff, publicado terça-feira pelo Estado Islâmico, é "autêntico", confirmou a Casa Branca, através da porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Caitlin Hayden.
1 ) - Mais um julgamento simulado para salvar a pele dos verdadeiros responsáveis pelo crime bem posicionados !
Dirigente do MPLA no Namibe apela à "paciência" no combate à corrupção e diz que em todo mundo houve quem fizesse fortuna com a guerra.
A palavra "Ébola" ouve-se a cada corredor do maior hospital de Angola, por entre a preocupação de utentes e de profissionais de saúde, estes em preparação para algo que esperam que não passe da ameaça.
A Unita na Huíla vê com preocupação o que chama de sequestro da democracia e a consolidação de um regime similar ao sultanismo em Angola em que impera o poder de um só homem.
O conselheiro de Putin, Juri Uschakow, acusou o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, de ter citado Putin fora de contexto, quando se referiu a uma conversa telefónica entre ambos em que o presidente russo disse que poderia tomar Kiev em duas semanas. O processo, disse Uschakow, não está ao "nível de uma personalidade política séria".
O grupo extremista islâmico Estado Islâmico divulgaram esta terça-feira um vídeo com a decapitação do jornalista Steven Sotloff, que tinha sido raptado em agosto de 2013.
Dezassete organizações defensoras dos Direitos Humanos aliaram-se na luta de Rafael Marques contra o regime angolano. Os organismos endereçaram uma carta à União Africana e às Nações Unidas a pedir atenção para o caso.
Em 1992 o presidente angolano ditava quem a Policia ou milícia do MPLA podia matar ou viver , segundo antigo porta voz do MPLA, o governador de Namibe Rui Falcão, em 1992 quem salvo o dirigente da CASA-CE, Abel Chivucuvucu foi nada mais que o arquitecto da paz , exeletismo comandante em chefe, José Eduardo dos Santos.
Aristides Eduardo Segunda, ex-secretário da organização juvenil da UNITA (JURA), ingressou segunda-feira nas fileiras do comité provincial do MPLA do Cuando Cubango, tendo como argumento a credibilidade dos programas gizados pelo partido no poder em Angola.