O secretário-geral da UNITA Victorino Nhany disse à Lusa que o julgamento que decorre em Luanda contra Rafael Marques "demonstra" a debilidade do sistema judicial angolano.
A UNITA desmente que o jornalista Rafael Marques seja membro do partido e repudia o que considera "má-fé" dos generais, refere a carta rogatória que vai ser enviada ao DIAP em Lisboa.
Regime adúltero é aquele que não respeita o povo e o coloca constantemente abaixo dos interesses pessoais das pessoas que foram eleitas, para lhe assegurarem o seu bem estar. Porém, o presidente da república e seus comprometidos pares permanecem fora do alcance e dos propósitos porque foram eleitos.
David Mendes, Advogado, de Rafael Marques, reagiu, em entrevista à RFI, dizendo, que "o ministério público angolano, tomou todos nós, de surpresa, incluindo, os advogados das empresas dos generais, porque nenhum dos generais, nenhuma das empresas, pediu, qualquer tipo de condenação; todas elas, pediam, que se pussesse, termo, ao processo (...).
O Sindicato dos Jornalistas Angolanos(SJA) qualifica de um “gravíssimo atropelo à liberdade de informação e de imprensa a expulsão dos jornalistas na última sessão da Assembleia Nacional”, em que se discutia o salário mínimo nacional.
O desenvolvimento do continente africano ainda continua condicionado pela fuga de quadros e os conflitos em muitos países, motivados pela exclusão social, violência cultural e as disputas étnicas, admitiu hoje, segunda-feira, na província do Huambo, o analista Filipe Olímpio Kandala.
Ameaça surge depois de os partidos da oposição terem boicotado o último debate por a imprensa ter ser impedida de aconpanhar as dicussões.
O jornalista considera que foi vítima de uma "armadilha" e promete levar o caso às instâncias internacionais. Processo está relacionado com a publicação do livro "Diamantes de Sangue: Tortura e Corrupção em Angola"
O Ministério Público angolano pediu 30 dias de prisão para Rafael Marques, apesar de os representantes dos generais terem aceitado as explicações do jornalista e ativista.
Guerra aberta entre a Portugal Telecom e a angolana Unitel. A PT Ventures, que era acionista da Unitel em 25% até que esta participação passou para a Oi, abriu três processos judiciais contra a Unitel nos EUA.