Não foi só o telespectador que ficou incomodado com a cena de Luanda (Heloisa Jorge) sendo torturada por Dionísia (Maitê Proença) em "Liberdade, Liberdade". O mesmo sentimento tomou conta do elenco, da direção, da figuração e da equipe técnica nos bastidores. No centro da ação, quem carregava a maior carga emocional era a atriz de 31 anos, em seu primeiro dia de gravação.
A crise económica e as febres hemorrágicas que assolam a capital angolana, Luanda, vai criando um novo negócio à porta dos hospitais. Um `balão` de sangue pode custar mais de 150 euros, mas o preço é negociável.
O antigo gestor do Banco Mundial Harinder Kohli avisouque os países exportadores de matérias-primas, entre os quais Angola, Moçambique e Brasil, não podem ser preguiçosos.
O padre Quintino Candange, director da Rádio Ecclesia em Luanda (católica) acusou esta terça-feira (3/05 em entrevista ao Jornal de Angola) a "União Europeia e organizações internacionais de financiarem orgãos de comunicação social no intuito de provocar uma alternância do poder em Angola" a pretexto de financiamento à democracia e cidadania.
O diretor executivo da seção portuguesa da Amnistia Internacional disse hoje que a organização não-governamental admite fazer uma nova ação pelos presos de consciência angolanos tendo em vista a atual situação de Luaty Beirão que considera “preocupante”.
Cadê eles? Cadê eles?
Por onde andam ou a que se deve o sepulcral silêncio dos mensageiros de tantas e tamanhas virtudes políticas e económicas que num passado ainda tão próximo apresentavam Angola como uma potência emergente ou um “El Dorado” (dava para tudo…), quando o que “está agora aí” é simplesmente o afundanço do país ante uma crise a que teria conseguido resistir se a mensagem fosse segura e certa.
A decisão foi tomada pela sua Comissão Política a 21 de Abril, presidida pelo seu presidente, Alexandre Sebastião André, publicada ontem em nota enviada a OPAÍS.
Pouco depois de Luaty Beirão ter anunciado uma nova greve de fome, o Fórum Lisboa recebeu uma sessão pública de solidariedade com os ativistas angolanos presos.
UNITA retoma projeto previsto em lei desde 1996. Repressão e falta de incentivos a organizações da sociedade civil são principais entraves no combate à corrupção. Mãos Livres defende independência do órgão.
Padre Quintino Candage afirmara ter devolvido dinheiro por discordar de organizações que financiam a imprensa com o objectivo de derrubar o Governo angolano