O líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) afirmou hoje que o país tem maturidade para uma alternância de poder e avisou o partido governamental que o poder não é uma “herança do pai ou mãe”.
Políticos angolanos que participaram hoje num culto ecuménico em Luanda acreditam que as eleições de 24 de agosto vão ser disputadas de forma pacífica, mas a oposição aproveitou para criticar a postura da Comissão Nacional Eleitoral (CNE).
O chefe da missão de observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) às eleições angolanas afirmou hoje que tem ouvido versões muito diferentes quanto à independência do processo eleitoral em relação ao poder político.
O secretário provincial da UNITA, Nelito Ekuikui, lamentou hoje “a politização” da trasladação para Luanda do corpo do antigo presidente angolano José Eduardo dos Santos, que morreu dia 08 de julho em Barcelona e chegou “sem dignidade” à capital.