A consultora Fitch Solutions prevê que a produção de petróleo em Angola caia cerca de 250 mil barris diários até 2031, antecipando uma queda de 0,9% já este ano para o total da região.
O Governo angolano estima que o Produto Interno Bruto (PIB) de Angola deverá ser este ano superior ao crescimento populacional, se se cumprirem as expetativas do executivo angolano, que aponta para uma previsão de 3,3% em 2023.
O Governo angolano considerou que a relação financeira com a China, principal credor de Angola, mudou e o petróleo deixou de ser usado como garantia dos empréstimos, que vão passar a ser realizados em condições “mais vantajosas”.
Um dos homens-fortes da Sonangol no tempo em que a petrolífera estatal angolana era controlada por Manuel Vicente encomendou uma estrutura offshore nas Ilhas Caimão para esconder vários milhões de euros captados por uma dezena de contas bancárias em meia dúzia de países, incluindo Portugal e Macau.