Empresários angolanos manifestaram-se hoje céticos com a implementação da faturação eletrónica no país, considerando que, apesar de oportuna para modernizar processos, será difícil de aplicar em todo o país devido à falta de acesso à internet.
O Investigador chinês João Shang considerou a industrialização angolana "uma necessidade histórica e estratégica", defendendo como prioridade a transformação local de recursos naturais e a existência de políticas públicas adaptadas à realidade angolana.
Um grupo de Organizações Não-Governamentais (ONG) angolanas manifestou hoje "profunda preocupação" com a proposta de Lei do Estatuto destas entidades, que consideram inconstitucional e uma tentativa de reintrodução do "espírito de controlo', através de uma lel ordinária".