A Universidade Privada de Angola (UPRA), anunciou nesta terça-feira, 26 de Outubro, o adiamento do ano lectivo 2021/2022 dos estudantes bolseiros, pelo facto de, a Associação dos Estudantes daquela instituição se ter interferido de forma alegadamente negativa na resolução dos problemas.
Os crápulas sem escrúpulos que tentam, em vão, linchar o Secretário Geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos revelam uma gritante falta de imaginação.
A subida do preço do petróleo deu um novo fôlego às dificuldades de liquidez no país. No entanto, o mercado informal ainda tem peso.
O mandatário da candidatura de João Lourenço a presidente do MPLA, partido no poder em Angola, disse hoje que os “outros candidatos terão de enfrentar o candidato João Lourenço e não o contrário”, no congresso agendado para dezembro.
O presidente do MPLA, João Lourenço, foi o primeiro militante do partido no poder em Angola a formalizar a sua candidatura à liderança do partido, visando o congresso ordinário dos “camaradas”, marcado para dezembro próximo, foi hoje anunciado.
Isaías Samakuva reocupou o seu lugar como conselheiro da República de Angola. O elogio feito por João Lourenço e o desejo expresso de que tenha voltado “para ficar” são estratégias para potenciar a divisão na UNITA e enfraquecer a oposição.
O rei das Lundas, Muatchissengue Wa Tembo, lamentou hoje que os recursos naturais existentes naquela região, com destaque para os diamantes, não sejam para o povo angolano "uma bênção", mas sim "uma maldição".
O Secretário geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, Teixeira Cândido (na foto), é acusado, por um cidadão identificado como David Zeiter, de ter decidido colocar em marcha acelerada, um plano de desestabilização dos órgãos de comunicação social públicos.
A financeira portuguesa Wayfex lançou uma nova solução de swaps transfronteiriços em parceria com a Unitransfer e o Wells Fargo, tendo já o aval do Banco Nacional de Angola. O objetivo é chegar aos 100 milhões de dólares em transações em 2022.
Membros da sociedade civil angolana alertaram hoje os organismos internacionais para o “cuidado na escolha de membros” para observação eleitoral em Angola, prevista para 2022, considerando que nas eleições anteriores houve “observadores questionáveis e com reputação duvidosa”.