Presidente angolano diz que o vandalismo registado durante a paralisação dos taxistas no início da semana foi um "ato de terror" para tornar o país ingovernável. Ativista responde que o terrorismo vem do próprio regime.
A Polícia angolana deteve cinco homens na província de Benguela, entre os quais um eritreu e um chinês, acusados do desvio de 30 toneladas de milho adquiridas pelo Governo angolano para a Reserva Estratégica Alimentar.
A Sociedade Civil Contestatária (SCC), fez sair uma nota de imprensa, em cujo documento informa que, no dia 12 de Janeiro de 2022, por volta das 16 horas, foi detido o activista Luther King na sua residência em Viana, tendo sido conduzido ao SIC-Geral.
A Human Rights Watch (HRW) aplaudiu a entrada em vigor do novo código penal em Angola, que descriminaliza a homossexualidade, mas alerta para a implicação das forças de segurança angolanas em violações graves dos direitos humanos.
O início do julgamento do empresário luso-angolano Carlos São Vicente, dono da AAA Seguros, está marcado para o dia 26 de janeiro, na 3.ª Secção Criminal do Tribunal da Comarca de Luanda, segundo fonte da defesa.
Oito cidadãos envolvidos nos actos de vandalismo na passada segunda-feira, na capital do país, foram julgados e condenados pelas 10ª e 17ª secções da Sala dos Crimes Comuns do Tribunal da Comarca de Luanda, no município de Viana.
O investigador Eugénio Costa Almeida afirmou que a reação do Presidente angolano ao vandalismo que teve lugar em Luanda, na segunda-feira, é “perigosa”, defendendo um discurso “conciliador”, em vez de “quase incendiar” a situação “com acusações veladas”.
O Estado angolano assinou o contrato de exploração e gestão, por 10 anos, da rede de hiper e supermercados Kero com o grupo Anseba, informou hoje o Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE).
Os partidos da oposição em Angola consideram que o Presidente da República foi infeliz ao afirmar exitir um macabro plano de ingovernabilidade, através do fomento da vandalização de bens públicos e privados, incitação à desobediência e à rebelião, na tentativa da subversão do poder democraticamente instituído.
Onze dos 33 taxistas levados a julgamento sumário em Luanda por alegado envolvimento nos incidentes ocorridos na segunda-feira foram libertados por insuficiência de provas, disse um dos advogados de defesa.