O Ministério da Energia e Águas de Angola acusou hoje a elétrica AEnergy, com quem mantém uma disputa judicial, de tentar “manchar a reputação” do Governo, e diz que a decisão da justiça norte-americana confirma a “isenção” dos tribunais angolanos.
O Tribunal da Comarca de Luanda absolveu hoje 20 ativistas dos crimes de desobediência à ordem de dispersão e de participação em motim, por insuficiências de provas, e condenou dois com pena de multa.
A Aenergy, empresa luso-angolana do setor elétrico em disputa com o Estado angolano, garante que não vai baixar os braços, apesar da decisão desfavorável de um tribunal americano, e vai continuar a luta pelas turbinas “ilegalmente arrestadas”.
A cotação do preço do barril de petróleo Brent para entrega em junho terminou hoje no mercado de futuros de Londres em alta de 2,66%, para os 111,67 dólares.
O aumento dos preços do petróleo vai permitir que Angola reduza venda de dívida nos mercados de títulos em muitas centenas de milhões de dólares.
O primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, visita Angola e República do Congo, no âmbito dos seus esforços para diversificar as importações de hidrocarbonetos e reduzir a dependência energética de Itália face à Rússia.
O MPLA aproveitou a celebração do Dia da Juventude Angolana para realizar uma "profunda reflexão e priorização" sobre as suas necessidades e preocupações, reconhecendo o seu papel "na edificação duma Angola mais desenvolvida, democrática e inclusiva".
O Sindicato Nacional dos Médicos de Angola (SINMEA) apresentou uma queixa-crime contra cinco altos dirigentes do setor da saúde, incluindo o secretário de Estado da Saúde Pública e Hospitalar e diretores de hospitais por porem em causa o direito à greve.
A justiça norte-americana recusou julgar o processo movido pela empresa AEnergy contra o Estado angolano, pelo que o caso será agora julgado em Luanda.
A UNITA demarcou-se hoje de supostas milícias às quais tem sido associada em panfletos que circulam nas redes sociais, alguns dos quais com o símbolo da Polícia Nacional, e pediu às autoridades que investiguem a origem das imagens.