O analista político angolano Albino Pakissi, considerou a falta de transparência governativa e as dificuldades sociais da população como os factos marcantes do primeiro ano do segundo mandato do Presidente João Lourenço, que “parece estar a agir como nos cinco anos passados”.
Alguns membros da sociedade civil juntaram-se à iniciativa da UNITA, fazendo circular na internet uma petição que pretende "reforçar e apoiar a proposta de acusação e destituição do Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, do cargo que exerce". Os subscritores, que pretendem recolher mil assinaturas, conseguiram reunir, em menos de 24 horas, 850 signatários.
O terceiro leilão de viaturas e embarcações apreendidas por ordem judicial no âmbito do Processo de Recuperação de Activos, realizado no domingo, na plataforma electrónica da AGT, resultou num encaixe de 609,546 milhões de kwanzas (736.611,47 dólares), elevando o valor arrecadado para pouco mais de 3.088 milhões de kwanzas, ao longo de três sessões.
O Executivo angolano está a empreender um “grande esforço” para superar algumas dificuldades resultantes da exposição da economia a choques externos, agravada pelas consequências da pandemia da COVID-19 que afectou seriamente as condições de vida da população, afirmou esta segunda-feira, em Luanda, o Presidente da República, João Lourenço.
Dos 90 deputados à Assembleia Nacional pela UNITA, apenas 86 assinaram a proposta que pretende a destituição de João Lourenço do cargo de Presidente da República, lançada oficialmente na quarta-feira, 16. Os quatro ausentes - Paulo Faria, Jorge Martins da Cruz, que entrou na lista da UNITA pelo PRAJA-Servir Angola, Manuel Domingos da Fonseca, e Francisco Viana, ex-militante do MPLA, "irão assinar a qualquer momento porque o processo ainda não seguiu para o Parlamento".
Para travar a depreciação da moeda nacional,o banco central limitou a oferta de liquidez aos bancos e obrigou as petrolíferas e diamantíferas a deixarem de vender moeda estrangeira directamente aos grandes bancos.
A consultora Capital Economics reviu a previsão de crescimento para Angola, antecipando agora uma expansão de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB), seguida de estagnação em 2024, com a inflação acima de 25% no final do ano.
A agência de notação financeira Standard & Poor's manteve hoje o rating de Angola em B- com perspetiva Estável, descendo o crescimento para 0,9% este ano e antevendo uma forte subida da dívida pública, para 93% do PIB.
A Empresa Nacional de Distribuição de Eletricidade (ENDE) foi a empresa angolana do Setor Empresarial Público com maiores prejuízos estimados em 128,5 mil milhões de kwanzas (154,7 milhões de dólares) em 2022, e está em falência técnica.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial abriu um concurso público interno nas modalidades de acesso (promoção) e ingresso (transição) nos tribunais de jurisdição comum e nomeou a comissão do júri. Ao todo foram disponibilizadas 1.895 vagas.