O PDA-ANA, partido político angolano, lidera uma aliança de três forças políticas para a criação de uma nova plataforma política eleitoral, designada “Bloco de Solução”, revelou hoje fonte ligada ao projeto.
Angola conta com 120 agências de emprego online que receberam no ano passado 18.449 candidaturas e colocaram no mercado de trabalho 15.055 profissionais, disse à Lusa fonte oficial.
Angola vai proibir e criminalizar as actividades de mineração de criptomoedas e outros activos virtuais no país, com o objectivo de salvaguardar a segurança energética nacional.
A assinatura do memorando que resultou da tríplice aliança política entre o Partido Democrático para o Progresso da Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA), o Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA) e o Movimento da União Nacional (MUN), denominado “Bloco da Solução”, é descrita pelo político Makuta Nkondo como sendo um “nado morto” por não ter pernas para andar.
Protesto contra aumento nos preços da cesta básica no Lobito, Angola, é impedido pela polícia e acaba com três ativistas presos. "A marcha foi reprimida por razões políticas", disse um dos organizadores à DW.
Os bancos angolanos pedem um aumento da fiscalização no mercado informal de transação de divisas e rejeitam ligações às “kinguilas”, como são conhecidos estes agentes informais, referindo que operações cambiais decorrem também no mercado transfronteiriço.
Atrasos nas transferências de salários e dificuldades de pagamentos devido à falta de divisas prejudicam empresários e trabalhadores portugueses em Angola, que se queixam dos constrangimentos e impacto sobre os negócios, admitindo até o regresso a Portugal.
O analista angolano para questões internacionais Osvaldo Mboco considera que Angola tem condições para presidir à União Africana (UA), em 2025, devendo gizar uma agenda da paz “realista” para África.
Bancos angolanos reconheceram a pressão dos clientes pela falta de divisas nas suas operações, referindo que têm feito o possível para satisfazer as necessidades, perante a carência acentuada que se regista desde 2023.
O ex-primeiro-ministro angolano Marcolino Moco considerou hoje que o Presidente João Lourenço “está a dar sinais” de querer um terceiro mandato, apesar de a Constituição não o permitir, situação que classificou de “preocupante”.