Falta de condições sociais e de estabilidade económica e política em Angola é apontada como o principal motivo para a saída de jovens para a Europa, com destaque para Portugal.
O Ministério das Relações Exteriores de Angola negou hoje que estejam a ser realizados contactos com o Governo britânico no sentido de acolher imigrantes ilegais.
O nacionalista angolano Ngola Kabango, dirigente da Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLA), recordou o 25 de abril de 1974 como “um dia de alegria”, e lembrou que muitos dos “capitães” combateram em terras angolanas.
O Procurador-Geral da República de Angola destacou hoje os resultados “promissores” alcançados na luta contra a corrupção, mas salientou que as instituições envolvidas devem melhorar o seu desempenho e reforçar a cooperação institucional.
Foi pelo marido que Albina Assis, engenheira química e ex-ministra dos Petróleos de Angola, recebeu a notícia sobre o golpe de Estado em Portugal, no dia 25 de Abril de 1974, que pôs fim a 48 anos de ditadura.
O bispo Valente Bizerra Luís, líder da ala “reformista” da IURD Angola, disse hoje que a reconciliação entre os fiéis não se concretizou devido a “irregularidades” praticadas pelo bispo Alberto Segunda e pelo ministro da Cultura de Angola.
O nacionalista angolano Ernesto Mulato considerou que Portugal fez uma “descolonização manipulada” em Angola, que causou confrontos na transição após a independência, possível após o 25 de Abril de 1974.
Em um gesto contínuo de solidariedade e comprometimento social, a Jetour Angola renovou seu compromisso com o Centro de Acolhimento Luther Rescova, localizado em Viana. Esta iniciativa é resultado de uma parceria estreita com a Administração Municipal de Viana, refletindo o compromisso da Jetour com a responsabilidade social.
O índice de criminalidade em Angola diminuiu quase 13% no primeiro trimestre do ano, segundo dados do Ministério do Interior, que revela, contudo, preocupação com os casos de justiça pelas próprias mãos.
O bispo Alberto Segundo, líder da IRDA (ex-IURD Angola), condenou hoje os atos de “vandalismo” na sequência da reabertura dos templos no domingo, e desvalorizou as acusações dos fiéis dissidentes, negando a existência de alas.