A entrada e saída de fluxos financeiros de Angola vai ser mais demorada devido à inclusão do país na lista cinzenta, o que "é preocupante", mas o sistema financeiro já operava sob esses constrangimentos, disse o FMI.
O economista angolano Carlos Rosado de Carvalho disse à Lusa que a inclusão hoje anunciada de Angola na “lista cinzenta” do Grupo de Ação Financeira (Gafi), uma organização que luta contra o branqueamento de capitais, já era esperada.
O Governo angolano reiterou hoje o seu "compromisso de alto nível" para reforçar a eficácia da prevenção e combate ao branqueamento de capitais, financiamento de terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa.
A Ucrânia quer estar mais próxima de Angola e abrir uma nova página nas relações bilaterais, que deverá passar por investimentos no Corredor do Lobito e cooperação na agricultura e na defesa, segundo o Governo ucraniano.
O Presidente da República, João Lourenço, felicitou Daniel Francisco Chapo, pela sua eleição ao cargo de Presidente da República de Moçambique, em resultado da vitória alcançada nas eleições realizadas no dia 9 deste mês.
A UNITA, principal partido da oposição, garantiu esta sexta-feira, 25, que "vai continuar a lutar" para obrigar o MPLA a respeitar a composição da "verdadeira" Comissão Nacional Eleitoral, resultante das eleições de 2022.
A ministra das Finanças de Angola confirmou hoje à Lusa que deu "o primeiro passo" para um novo programa de apoio financeiro do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas salientou que ainda não há negociações.
Fragilidades macroeconómicas e questões sociais como economia desigual, elevada percentagem de empregos informais e elevadas taxas de fertilidade são apontadas como alguns dos factores que levam os angolanos à pobreza extrema. A saída, segundo especialistas, requer maior investimento em sectores de trabalho intensivo.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) capturou em Luanda, há uma semana, dois cidadãos israelitas dados como foragidos após terem sido condenados, em 2017, pelo Tribunal de Benguela, a oito anos de prisão num processo em que um dos lesados é um sócio, também israelita, do secretário para os assuntos políticos e eleitorais do Bureau Político do MPLA, João de Almeida Martins "Jú Martins".
O coordenador do PRA-JA Servir Angola negou ser agente do regime, porque quando foi chamado para integrar o Conselho da República, telefonou aos seus parceiros da FPU.