Um projeto privado angolano, orçado em 4,2 bilhões de euros, prevê a construção de 60.000 habitações sociais em dez províncias do país, segundo o contrato de investimento a que a Lusa teve hoje acesso.
Polícia angolana estima que mais de meio milhão de ilegais estejam no país e pelo facto fala de "uma invasão silenciosa". Decorrem expulsões e detenções, mas também denúncias de violência contra os supostos ilegais.
Numa fase em que os ânimos dos cidadãos comuns parecem acirrados por causa do aumento do preço dos combustíveis, José Severino, presidente da Associação Industrial de Angola, é um dos poucos líderes associativos que tem dado a cara apoiando a retirada paulatina dos subsídios que tornavam a gasolina, gasóleo e o petróleo mais baratos.
"Bem aventurado o perseguido por praticar a justiça" disse o bispo para quem a pobreza de Angola não se pode justificar por alegada falta de dinheiro.
Com o encerramento do Angolense, um jornal tradicionalmente incómodo ao regime de Angola, o Folha 8 teme que as ameaças e perseguição de que tem sido alvo subam de tom.
A Sonip entregou a pasta do programa habitacional angolano à Imogestin que se confronta com problemas em gerir as centralidades conforme morador do Nova Vida.
O petróleo negociado nos Estados Unidos para entrega em fevereiro registou uma forte queda, de cerca de 5%, o que colocou o preço do barril abaixo dos 50 dólares.
A Polícia Nacional de Angola admitiu hoje a existência de mais de meio milhão de imigrantes ilegais no país, classificando a situação como uma "invasão silenciosa" e garantindo prioridade no combate ao problema.
Pela primeira vez foi feita uma homenagem pública a centenas, senão milhares, de pessoas mortas pelas autoridades governamentais por ocasião onda de repressão que se seguiu às eleições de 1992 quando o país caminhava de novo para a guerra.
Receia-se que as dificuldades económicas previstas para 2015 afetem áreas cruciais como a saúde, a educação e o combate à pobreza.