Praticamente seis meses depois do fim do Banco Espírito Santo Angola (BESA) o nome da histórica família banqueira portuguesa mantém-se presente por todo o país, na porta de cada balcão, mesmo que seja por pouco tempo, como avisa a nova administração.
As casas de câmbio reivindicaram ontem a possibilidade de comprar divisas directamente ao Banco Nacional de Angola (BNA), alegando que a actividade está paralisada há seis meses, situação decorrente da crise na cotação internacional do petróleo.
Os cidadãos que adquiriram residências nas centralidades do Kilamba e Cacuaco, bem como noutros projectos habitacionais deverão pagar de uma só vez os valores mensais não pagos ao longo do tempo vivido nas casas, revelou hoje, em Luanda, o presidente do Conselho de Administração da Imogestin.
Manifestação prevista para amanhã, 11, pretendia protestar contra a prisão do activista José Marcos Mavungo e do advogado Arão Tempo.
Administrador delegado assume que organização recusou dar “luvas”
O ativista de direitos humanos de Cabinda, Marcos Mavungo, detido desde o dia 14 de março, foi internado de urgência na quarta-feira com problemas cardíacos encontrando-se ainda na sala de reanimação, disse hoje à Lusa uma familiar do detido.
O capitão da embarcação de pesca sul-africana Bluegate, Angus Gilbert, morreu ontem aos 68 anos num hospital no Lobito, enquanto estava internado devido a um acidente vascular cerebral. O anúncio foi feito pela administradora da página de Facebook “Bring Captain Angus Gilbert and crew home” (Tragam o capitão Angus Gilbert e a tripulação para casa, na tradução livre).
A Comissão Política da UNITA, maior partido da oposição angolana, afirma que os níveis reais de liquidez e sustentabilidade do país "são desconhecidos" e que a população precisa de "saber a verdade" sobre a atual crise financeira.
A Santoro quer votar já em abril o fim do limite de 20% aos direitos de voto no BPI. Isabel dos Santos não quer que OPA da CaixaBank se prolongue sem justificação. Chumbo pode matar a oferta catalã
Era há largos anos um dos maiores embaraços diplomáticos para Angola – as críticas das Nações Unidas por agressões sexuais, sobretudo a mulheres congolesas na região das Lundas, com milhares de vítimas. Numa altura em que Angola marca presença no Conselho de Segurança, o país sai do “mapa” da ONU para estes crimes humanitários.