O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder), encara a presente crise financeira causada pela baixa do preço do petróleo como grande oportunidade para o país edificar uma economia assente na produção nacional.
A defesa dos ativistas angolanos acusados de prepararem uma rebelião informou esta quarta-feira que vai pedir a revisão da prisão domiciliária de 15 destes jovens aquando da próxima reavaliação das medidas de coação.
Luanda - O Conselho de Ministros aprovou nesta quarta-feira, em sessão orientada pelo Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, uma estratégia para fazer face à crise derivada da queda acentuada do preço do petróleo no mercado internacional.
O angolano Sedrick de Carvalho, acusado de rebelião em Luanda, revela numa carta ao Bloco de Esquerda que foi privado do acesso a notícias e que o processo judicial demonstra "inexistência de democracia" em Angola.
Subscritores de uma carta enviada ao embaixador de Angola pedem também que o Tribunal Supremo de Angola decida com “celeridade” o recurso de José Marcos Mavungo, condenado a seis anos de prisão
O director do Departamento de Estatística e Análises da Comissão de Mercados de Capitais (CMC), Emílio Londa, disse hoje, quarta-feira, em Luanda, que o sistema financeiro nacional vai continuar a sofrer uma deterioração nos seus activos.
O tribunal de Luanda decidiu hoje suspender até 8 de fevereiro o julgamento dos 17 ativistas angolanos acusados de prepararem uma rebelião, depois de os 50 membros indicados para um alegado governo de salvação nacional terem faltado novamente.
O governo angolano mantém uma política de desrespeito do direito da liberdade de expressão, sustenta o relatório anual da Human Rights Watch (HRW), distribuído hoje.
No último sábado, o escritor angolano José Eduardo Agualusa esteve em Frankfurt, aqui na Alemanha, num encontro literário. A DW África aproveitou a oportunidade para entrevistá-lo também sobre a atual crise político-social e económica que Angola atravessa.
Brasil e Angola são os dois representantes da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) em queda no índice de perceção de corrupção de 2015, que engloba 168 países de todo o mundo (contra 175 em 2014) e é publicado esta quarta-feira pela Transparecy International, uma coligação global anticorrupção.