O governador do Banco Nacional de Angola (BNA) disse esta quinta-feira que a instituição está a promover a "racionalização" de divisas aos bancos comerciais, mas assegurou que os recursos disponíveis para 2016 "são suficientes".
A Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CGSILA) alerta para o agravamento do índice de pobreza e miséria no país, devido à crise económica e financeira, anunciando a intenção de realizar ações reivindicativas.
O responsável permanente do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Angola, Max Alier, avisou hoje que "2016 será um ano desafiante" e alertou para a necessidade de alargar a base de tributação para além do petróleo.
Angola é um dos países que mais preocupação causa à organização dos Direitos Humanos Freedom House, que no seu relatório sobre liberdades globais deste ano conclui que Luanda "aumentou as medidas repressivas", incluindo "perseguição a jornalistas" e ativistas políticos".
Conselho de administração do banco rejeita proposta de compra de 10% do Banco do Fomento Angola por 140 milhões de euros feita pela empresária angolana. "Não era uma boa solução", diz Fernando Ulrich.
O Governo angolano informou à oposição que os trabalhos necessários para a realização das eleições autárquicas estão atrasados, tendo a Unita respondido que o Executivo não quer realizá-las este ano, como defende a oposição.
O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder), encara a presente crise financeira causada pela baixa do preço do petróleo como grande oportunidade para o país edificar uma economia assente na produção nacional.
A defesa dos ativistas angolanos acusados de prepararem uma rebelião informou esta quarta-feira que vai pedir a revisão da prisão domiciliária de 15 destes jovens aquando da próxima reavaliação das medidas de coação.
Luanda - O Conselho de Ministros aprovou nesta quarta-feira, em sessão orientada pelo Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, uma estratégia para fazer face à crise derivada da queda acentuada do preço do petróleo no mercado internacional.
O angolano Sedrick de Carvalho, acusado de rebelião em Luanda, revela numa carta ao Bloco de Esquerda que foi privado do acesso a notícias e que o processo judicial demonstra "inexistência de democracia" em Angola.