Destacado dirigente histórico do MPLA e ex-primeiro-ministro da Angola, Marcolino Moco é hoje uma das vozes mais sonantes no país – e dissonantes publicamente em relação ao poder instituído. No seu último livro, propõe que o país substitua a “Constituição Eduardista de 2010”, um documento “chico-espertista” que considera um foco de tensões no país. Com um presidente menos todo-poderoso e maior representação étnica e regional, Angola teria a ganhar estabilidade e os parceiros internacionais deixariam de precisar de, com frequência, fazer o papel de “bombeiros”, defende.
O excesso de cargos no Governo angolano custa caro aos cofres do Estado, sobretudo, num momento em que o país enfrenta uma crise económica e financeira, a todos os níveis.
- O Governo angolano instou nesta segunda-feira, em Luanda, os seus parceiros internos e externos a contribuírem numa lógica triangular (Estado, instituições do sector social e empresarial público e privado), a encontrar meios para promover um crescimento mais sustentável do país.
Oposição parlamentar diz nunca ter recebido qualquer documentação sobre as actividades do fundo
Deputado e secretário provincial da Unita revela incidentes no sábado, 23, em Cuando Cubango.
A China quer reforçar a cooperação com Angola no domínio da segurança pública, nomeadamente nos assuntos policiais, disse hoje em Luanda o embaixador chinês naquele país africano.
Nasceu o terceiro maior banco em Angola em termos de activos: o Millennium Atlântico. A escritura de fusão do Millennium Angola e do Privado Atlântico já foi formalizada.
A subcomissão de candidaturas à presidência do MPLA, partido no poder desde 1975, ainda não recebeu nenhum processo, mas, segundo apurou o Novo Jornal, há vários membros da direcção interessados em entrar na corrida.
O conflito de Isabel dos Santos, filha do Presidente angolano José Eduardo dos Santos, em torno do BPI, ameaça as relações entre Angola e Portugal
A investigação do caso BESA tem indícios de que em vez dos 5,7 mil milhões de dólares concedidos e que tinham destinatários desconhecidos, o BESA deverá ter afinal emprestado 6,8 mil milhões de dólares. Uma diferença de mil milhões de dólares que a justiça portuguesa investiga.