O Governo Provincial de Benguela proibiu uma manifestação, pedindo a libertação dos 17 ativistas condenados em Luanda e organizada por jovens locais, prevista para sábado, alegando que há duas semanas foi realizado protesto idêntico.
Os mais de 100 grevistas das sondas DS7, DS8 e 109 da Ensco, que estavam a operar no Soyo e em Cabinda, respectivamente, estão de regresso a Luanda, depois de pelo menos 41 terem sido detidos na noite de ontem para interrogatório.
A UNITA anunciou que já deu entrada com um pedido formal de constituição de uma comissão parlamentar de inquérito aos incidentes envolvendo militantes e deputados do partido em Benguela, Angola, que terminaram em maio com três mortos.
Mais de uma dezena de agentes da Polícia Nacional, afectos à divisão do Rangel, são acusados de terem usurpado mais de dois milhões de Kwanzas a um grupo de kinguilas que almoçava num quintal, no bairro da Vila Alice.
Estimado em algumas centenas de milhares de dólares, o lote desapareceu do local em que estava guardado, na capital da Lunda-Sul, no passado mês de Maio.
Um ano depois das detenções dos ativistas angolanos que se reuniam para discutir política, as famílias dos 17 que já cumprem penas de prisão, por rebelião e associação de malfeitores, dizem viver um "pesadelo".
Uma série de manifestações estão previstas para marcar o primeiro aniversário da detenção dos activistas condenados por rebelião, tentativa de golpe de Estado e associação de malfeitores, que aconteceu a 20 de Junho de 2015.
A Assembleia Nacional angolana aprovou hoje, na generalidade, o conjunto de diplomas que constam do Plano de Tarefas Essenciais para a preparação e realização das eleições gerais, previstas para 2017.
O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, disse hoje que o Ministério do Interior angolano já tem todas as informações sobre os incidentes com militantes e deputados do partido em Benguela, com três mortos, aguardando que as conclusões sejam divulgadas.
O ativista Rafael Marques interpôs hoje uma participação contra o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, por alegada violação da Lei da Probidade Pública devido à autorização de construção de um edifício pela Mota-Engil em Luanda.