O Banco BIC Portugal, cuja maior accionista é Isabel dos Santos (42,5%), está a ser alvo de dois processos de contra-ordenação por parte do Banco de Portugal (BdP), conta o “Jornal de Negócios” esta sexta-feira. Estes processos devem-se a falhas no modelo de concessão de crédito e a situações relacionadas com branqueamento de capitais.
Não fiquemos de braços cruzados, vamos lutar pelo que é nosso e conquistar a nossa vitória. Vamos deixar um bom futuro para os nossos filhos.
Quando a enfermidade nos possui, não escolhe quem é do MPLA ou de outro partido. Tanto os que apoiam a ditadura como os outros, todos serão prejudicados pela má governação. É o momento de nos convertermos à causa dos angolanos, porque se amamos o nosso país, temos que lutar por ele; é o momento do abandonarmos o MPLA e despirmos as vestes dos nossos partidos.
Cerca de 500 milhões de dólares norte-americanos é o montante que a Gemcorp, um fundo de "private Equity", se prepara para emprestar a Angola para fazer face a necessidades imediatas, como a aquisição de medicamentos e alimentos
Gestores de bancos angolanos defenderam hoje a necessidade cada vez maior de as instituições financeiras do país cumprirem com as regras internacionais de transparência e livrar Angola do alto índice de perceção sobre a corrupção.
Equipa de Angola participa de evento sediado no Instituto Neymar Jr, em Praia Grande, e quase deixaram sonho da viagem para trás por falta de papel para imprimir novos passaportes
Foi dado provimento ao recurso do empresário luso-angolano e antigo diretor do Banco Espírito Santo e do BES Angola
O Tribunal da Relação de Lisboa voltou a levantar o arresto de bens do empresário luso-angolano Álvaro Sobrinho num caso alegadamente relacionado com branqueamento de capitais, disse hoje à agência Lusa fonte do TRL.
A rede de supermercados Shoprite está a ser concorrida por comerciantes e donas de casa, tendo em conta a promoção de produtos da cesta básica. Foi o que constatou o jornal OPAIS em três estabelecimentos do grupo.
Os juízes do Tribunal Supremo de Angola recorreram à posição dos constitucionalistas portugueses Vital Moreira e Gomes Canotilho para justificar a decisão de libertar provisoriamente os 17 ativistas angolanos condenados a prisão por rebelião e associação de malfeitores.
A defesa dos 17 activistas angolanos condenados a 28 de março por rebelião e associação de malfeitores pretende processar o juiz Januário Domingos, do tribunal de Luanda, pela "negligência" na forma como conduziu o processo.
O Tribunal Supremo angolano critica duramente o juiz Januário Domingos, responsável pelo julgamento que a 28 de março condenou 17 ativistas angolanos até oito anos e meio de prisão, acusando-o de ter contribuído para os meses de prisão destes jovens.