O MPLA vai ter de fazer uma reflexão profunda de como se vai preparar para as autarquias ao definir quem será o candidato do partido que irá concorrer em cada uma das circunscrições.
"Pôr em causa a decisão do Governo angolano em querer reestruturar a Sonangol, e tentar manipular a opinião publica, para que se pense que a administração anterior trouxe os consultores por falta de competência ou por interesses privados, significa querer reescrever a historia, e atribuir a outros as responsabilidades da falência da Sonangol", acusa Isabel dos Santos em resposta às acusações recentes de Carlos Saturnino. A gestora pede que o presidente da Sonangol ponha o seu lugar à disposição.
A transportadora estatal TAAG irá liderar o consórcio público-privado que vai operacionalizar o transporte aéreo doméstico, que integrará os operadores aéreos privados do país. A nova operadora vai formar pilotos, mecânicos, assistentes de bordo, entre outros.
Com uma vitória que começou a ser construída ainda na primeira parte, o Kabuscorp do Palanca assumiu na noite de hoje a liderança do Girabola2018 com nove pontos, ao derrotar no estádio dos Coqueiros o Recreativo do Libolo, por expressivos 5-0.
O líder da UNITA, Isaías Samakuva, afirmou nesta sexta-feira, em Luanda, que o seu partido "nunca recuou" em relação ao princípio do gradualismo nas eleições autárquicas.
Há indicações de que terá sido o antigo porta-voz de JES quem solicitou o seu retorno ao palácio presidencial, no que está a ser interpretado como a rendição de um tubarão eduardense às hostes lourencistas
Paulo Blanco tinha um plano para montar um banco no Dubai, acedeu a escutas de outro processo e mandou-as para Angola. E sugeriu que a Sonangol fosse usada para controlar movimentos de clientes no BCP. Está a ser julgado por corrupção do procurador Orlando Figueira no caso que envolve Manuel Vicente.
Os analistas Galvão Branco, Rui Malaquias e Sérgio Calundungo defenderam auditorias e medidas judiciais contra o conselho de administração da Sonangol exonerado em Novembro, depois das revelações feitas na conferência de imprensa que, na quarta-feira, assinalou os cem dias de gestão da nova liderança da companhia.
O empresário luso-angolano Álvaro Sobrinho, antigo CEO do Banco Espírito Santo Angola (BESA), é suspeito de ser o beneficiário efectivo de três companhias angolanas que terão recebido de forma não justificada um total de 433 milhões de dólares do banco.
O Ministério Público está a investigar o general do MPLA, Manuel Hélder Vieira Dias “Kopelipa”, ex-ministro de Estado e ex-chefe da Casa de Segurança da Presidência da República de Angola, por suspeita de branqueamento de 495 milhões de dólares, o equivalente a cerca de 402 milhões de euros.