O presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, convocou hoje uma reunião extraordinária do Comité Central, para sexta-feira, em que deverá ser anunciada a data do congresso extraordinário, para definir a sucessão na liderança do partido.
Alguns observadores consideram a lei de repatriamento de recursos financeiros domiciliados no exterior, aprovada pelo MPLA no Parlamento na generalidade, uma porta aberta ao branqueamento de capitais e faz soar o alarme entre a classe empresarial, com receios de extinção de operadores que se sentem desprotegidos face à concorrência.
A UNITA, maior partido da oposição angolana, defendeu hoje a realização de um novo registo eleitoral, para as primeiras eleições autárquicas em Angola, em 2020, sob pena de o processo conhecer os mesmos vícios das últimas eleições gerais.
O ministro das Relações Exteriores angolano exonerou o diretor para África, Médio Oriente e Organizações Regionais, e o ministro conselheiro da embaixada de Angola em Telavive por terem “lesado a imagem” do país, noticiou hoje o Jornal de Angola.
O jornalista angolano Rafael Marques de Morais foi nomeado como o 70.º Herói Mundial da Liberdade de Imprensa, prémio atribuído pelo Instituto Internacional da Imprensa (IPI), indicou hoje a organização.
A consultora BMI Research considera que o crescimento dos empréstimos bancários em Angola mostra que "o pior já passou" para o setor financeiro, mas alertou que a recuperação será lenta devido ao crédito malparado e política monetária restritiva.
O departamento de estudos económicos do Standard Bank considerou hoje que a recente emissão de 3 mil milhões de dólares em títulos de dívida pública foi "um sucesso" e que potencia a entrada de capitais.
O preço do barril de petróleo Brent, para entrega em julho, encerrou hoje no mercado de futuros de Londres em alta de 1,03%, para os 79,22 dólares.
O Governo angolano aprovou hoje o pacote de leis sobre as eleições autárquicas, previstas para 2020, cuja implementação deverá ser gradual e a sua institucionalização, em todo o país, acontecer nos próximos 15 anos.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomendou ao Governo de Angola que use eventuais receitas tributárias adicionais para reduzir o atraso nos pagamentos aos fornecedores e reduzir a dívida pública, que deverá subir para 73% do PIB este ano.