Uma jovem de 19 anos foi condenada a 16 anos de prisão maior, ontem, pelo Tribunal Provincial do Huambo por, alegadamente, ter matado, por envenenamento, nove crianças em três províncias.
A fabricante sul-coreana Hyundai Heavy Industries (HHI), líder global de construção naval, vai encerrar a representação em Angola brevemente. A informação consta de um comunicado de imprensa enviado ao Banco Nacional de Angola, que apela aos órgãos estatais e privados a contactarem o departamento de controlo cambial para a cobrança de possíveis dívidas.
A empresa sul-africana De Beers, que mantém desde 2014 uma presença residual em Angola, está a considerar investir novamente no país, intenção que surgiu após as recentes alterações na legislação do setor diamantífero angolano.
O Tribunal Provincial de Luanda adiou hoje a leitura da sentença do caso sobre a morte de um menor, Rufino António, assassinado em 2016 no decorrer de uma ação de demolição de casas no Zango, município de Viana.
O presidente da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, considera que a UNITA não se conseguiu ajustar às mudanças que ocorreram no mundo, descrevendo o maior partido da oposição como um "gueto étnico e cultural".
A cólera matou desde maio seis pessoas em Angola, existindo 12 casos confirmados entre os 86 casos suspeitos registados até hoje, só na província de Luanda, informaram hoje as autoridades sanitárias.
O membro do Conselho da República de Angola Fernando Pacheco considerou hoje "não ser sensata" a ideia de criar simultaneamente o poder autárquico em todo o país, defendendo um "ensaio inicial" em alguns municípios para se "acautelar eventuais problemas".
A embaixadora norte-americana em Luanda garantiu hoje em Cabinda (norte) que os Estado Unidos vão continuar a apoiar o setor da saúde em Angola e admitiu alargar a cooperação a outras zonas do país.
O movimento independentista de Cabinda FLEC/FAC apelou hoje à embaixadora dos Estados Unidos em Angola, de visita ao enclave, para que interceda junto das autoridades de Luanda "para que terminem a repressão" na região.
O Presidente de Angola, João Lourenço, criou, por decreto, um grupo de trabalho que tem 60 dias para criar um plano para melhorar a imagem institucional do Governo.