O kwanza voltou a se desvalorizar em relação às moedas europeia e norte-americana, valendo agora, 335,821 kwanzas/euro e 287,226 kwanzas/dólar, segundo indica uma nota do Banco Nacional de Angola (BNA).
Uma mulher está a ser acusada de espancar até à morte o filho de 8 anos pelo facto de este ter perdido 500 kwanzas, que serviriam para comprar comida, divulgou hoje a polícia.
A directora do Gabinete Provincial da Educação do Cuanza Norte, Maria de Carvalho, está suspensa das suas funções a partir de hoje, segunda-feira, por alegadas irregularidades cometidas na gestão da instituição, segundo um despacho do governador local, José Maria dos Santos.
Alex Vines: o director do Programa para África do Chatham House faz o balanço do primeiro ano de mandato do Presidente angolano e alerta para o tanto que há a fazer. "Angola não pode confiar apenas no petróleo".
O Banco Nacional de Angola (BNA) deixa a partir de outubro de proceder a vendas diretas de divisas, pelo que as solicitações de compra de moeda estrangeira devem voltar a ser unicamente apresentadas aos bancos comerciais autorizados
O comandante-geral da Polícia Nacional de Angola defendeu hoje o aumento de penas para crimes violentos, os que mais preocupam a corporação, de formas ao seu desencorajamento.
O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, defendeu nesta terça-feira, em Luanda, a necessidade de se transformar os vastos recursos que Angola dispõe em riqueza real, por formas a garantir o progresso e a melhoria significativa das condições de vida das populações.
A visita que o primeiro-ministro português António Costa realiza a Angola desde segunda-feira, 17, está a provocar os mais variados tipos de reacção no meio político.
O Presidente angolano, João Lourenço, afirmou esta terça-feira que os investimentos diretos portugueses em todos os setores em Angola são "bem-vindos" e que Portugal pode assumir um papel relevante no desenvolvimento dos dois países. Já o primeiro-ministro português, António Costa, disse que Portugal deseja mais empresas e investidores angolanos no país, salientando que as parcerias económico-financeiras são "entre iguais".
Angola poderá não pagar parte das dívidas que as empresas portuguesas reclamam. Lisboa fala em cerca de 500 milhões de euros de pagamentos em falta, mas o Governo angolano diz que muitos desses compromissos foram assumidos pelo governo de José Eduardo dos Santos sem respeitar as regras orçamentais.