A empresa Quantum Global anunciou que as autoridades suíças arquivaram as investigações sobre a utilização de verbas do Fundo Soberano de Angola, considerando que está reposta a reabilitação do seu presidente, Jean-Claude Bastos de Morais.
O secretário de Estado adjunto norte-americano para os Assuntos Africanos considerou hoje os esforços de combate à corrupção em Angola "um sinal positivo" para os investidores estrangeiros, sustentando que "projetam estabilidade" para todo o continente.
O ministro dos Recursos Naturais e Petróleo de Angola, Diamantino Azevedo, disse hoje à Lusa que a empresa nacional de diamantes (Endiama) vai ser privatizada e o seu capital será parcialmente disperso em bolsa.
O prófugo Agostinho Itembo, ex-director-geral do Conselho Nacional de Carregadores (CNC), recebeu comissões de 28 mil dólares por cada uma das 101 casas que a instituição comprou à Real Imobiliária, promotora do projecto habitacional Feliztrans.
A deputada angolana Eulália Rocha condenou hoje a atitude de algumas instituições do país por "supostamente exigirem testes de VIH/Sida para contratar", considerando ser uma "atitude inaceitável" e que deve ser denunciada.
Os familiares do pessoal diplomático e consular de Portugal e Angola vão passar a poder exercer actividades remuneradas no respectivo estado de acreditação, segundo o acordo aprovado hoje pelo Conselho de Ministros português.
O Ministério do Interior (Minint) desencorajou, nesta quinta-feira, os cidadãos nacionais e estrangeiros a enveredarem por acções que contrariem a ordem jurídica estabelecida na Constituição e na Lei, bem como aconselha a se absterem de práticas que colidem com o direito em vigor.
O ministro dos Recursos Naturais e Petróleo de Angola, Diamantino Azevedo, disse hoje à Lusa que as paragens não programadas na exploração petrolífera no país são "um problema" que tem de ser resolvido pelas empresas.
Reservas de segurança só podem ser mexidas com a autorização do Presidente mas quem fiscaliza é o ministro dos petróleos.
Os quatro homens suspeitos de raptarem em maio um estudante universitário angolano, na área de Sintra, estão proibidos de contactarem entre si e com apresentações periódicas às autoridades, disse à Lusa fonte ligada ao processo.