O candidato à liderança da UNITA, Abílio Kamalata Numa, prometeu dar resposta à pergunta do líder fundador do partido, Jonas Malheiro Savimbi, em 1983 e 1986, sobre qual a força da maior organização política da oposição.
O economista-chefe da consultora Eaglestone admitiu esta segunda-feira, em declarações à Lusa, ser provável que o Banco Nacional de Angola aumente a taxa de juro diretora em resposta à desvalorização do kwanza, que caiu 15,8% este mês.
O analista da consultora Capital Economics que segue a economia de Angola disse hoje à Lusa que a acentuada desvalorização do kwanza nos últimos dias deverá elevar o rácio da dívida pública para 105% do produto interno bruto (PIB).
Em março de 2018 a PGR angolana instaurou um inquérito para investigar a denúncia da administração da Sonangol sobre transferências monetárias alegadamente irregulares, durante o período em que a empresária estava na gestão da petrolífera estatal angolana. Isabel dos Santos acusou o antigo presidente da Sonangol de ter faltado à “verdade de forma completa e total”.
O Ministério das Finanças de Angola prevê uma recessão de 1,1% este ano e antecipa um crescimento de 1,8% no próximo ano, sustentado no aumento da produção petrolífera e na economia não petrolífera.
O BCP afirma que a Sonangol quer manter-se como acionista de referência do Millennium BCP, após uma reunião dos presidentes do Conselho de Administração e Comissão Executiva, Nuno Amado e Miguel Maya, com o responsável da petrolífera angolana.
Dois jornalistas, dos quais um da Rádio Ecclesia (Emissora Católica de Angola) e outro do jornal “Visão”, que se encontram detidos desde o passado dia 4, alegadamente por tentativa de extorsão e chantagem ao director do Hospital Municipal da Quibala, foram apresentados à comunicação social, naquela cidade do Cuanza-Sul, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC).
O professor universitário Domingos da Cruz disse hoje à Lusa que não há medidas concretas em Angola para melhorar a vida dos cidadãos, considerando que as reformas lançadas por João Lourenço não mostram uma estratégia económica.
O governo angolano e o Fundo Monetário Internacional (FMI) concertaram posições quanto ao fim dos subsídios aos combustíveis que só vai ser aplicado em simultâneo com um programa de transferências sociais para as famílias mais vulneráveis.
O investigar britânico Justin Pearce considerou hoje à Lusa que o Presidente de Angola tem colocado o país no caminho certo, mas alertou que as medidas não são ainda suficientes para o desenvolvimento do país.