O antigo governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Valter Filipe, réu no caso "500 milhões", confirmou, hoje (quarta-feira), em tribunal, que o antigo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, liderou a comissão das negociações e autorizou a transferência dos USD 500 milhões.
O Presidente angolano considerou hoje que a situação da segurança pública em Luanda "melhorou" e que há um "diálogo contínuo" com os membros do Conselho de Auscultação e Concertação Social da capital angolana para a resolução dos problemas.
O antigo governador do BNA Valter Filipe, que está a ser julgado no caso 500 milhões de dólares, pelo tribunal Supremo, declarou, hoje, em Tribunal, que José de Lima Massano prestou falsas declarações à Procuradoria Geral da República ao afirmar que apenas em Dezembro de 2017 foi feito o registo da operação (transferência para Londres) e que as instruções para a sua execução foram verbais.
O processo crime n.º 4835/19/TLA, no qual são in vestigados factos que envolvem o ex-gerente do Balcão Camama do Banco BAI e a movimentação de algumas contas de clientes, corre os trâmites junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC), informa, em nota, a instituição bancária.
O julgamento sumário de membros do Movimento Independentista de Cabinda (MIC) detidos desde o dia 10 de dezembro em Cabinda, Angola, foi adiado por “falta de alguns elementos que comprovam às acusações”, anunciou o movimento na terça-feira.
O governador da província de Luanda queixou-se hoje de "conflitos de competência" na gestão das estradas nacionais, situação que "impede ações de manutenção" pelas administrações locais e de gabinetes que causam "confusão na atribuição de títulos de superfície".
A ex-eurodeputada Ana Gomes acusou esta terça-feira em tribunal a empresária angolana Isabel dos Santos de controlar, através de um testa de ferro, o grupo detentor do Jornal de Notícias, Diário de Notícias e TSF.
A empresária Isabel dos Santos afirmou esta terça-feira que a realização do julgamento do processo que interpôs contra a ex-eurodeputada Ana Gomes "já por si é uma vitória" e que pretende "limpar" em tribunal o seu nome de "sucessivas calúnias".
O advogado dos sete activistas, Mananga Padi, disse à VOA que o juiz considerou “não serem indóneos” os argumentos apresentados pela Procuradoria da República que qualificou de “criminosa” a rejeição dos membros do movimento em prestarem declarações no seu primeiro interrogatório.
A ex-eurodeputada Ana Gomes afirmou hoje em tribunal que a empresária Isabel dos Santos e "outros cleptocratas angolanos" utilizam a banca portuguesa para "branquear" fundos desviados de Angola, em prejuízo do povo angolano.