O Tribunal da Comarca do Huambo terminou, esta terça-feira, a audição dos cinco co-arguidos do caso “Restos a pagar”, acusados de defraudar o Estado em mais de um bilião de Kwanzas.
A inimputabilidade em Angola vai até aos 15 anos de idade e, assim sendo, a partir dos 16 anos os menores já respondem criminalmente, afirmou a subprocuradora-geral da República junto das Câmaras do Cível e Administrativo, Fiscal e Aduaneiro, Família e Justiça Juvenil do Tribunal da Relação de Luanda, Carla Patrícia Correia.
Ativista refere que o oficial nomeado para sub-Procurador-Geral da República exerceu exclusivamente funções administrativas na Procuradoria Militar, nunca tendo ingressado na carreira do MP.
O membro da Comissão Política Permanente da UNITA, Ernesto Mulato, reagiu à saída de Jardo Muekalia para o PRA-JA afirmando que nenhum partido político pode "amarrar" um seu membro às suas fileiras.
Os clientes do Standard Bank de Angola (SBA) têm, doravante, à disposição, um produto financeiro, designado “Flexi Credit”, que concede até 200 milhões de kwanzas sem exigência de garantias reais.
O Presidente angolano, João Lourenço, foi vaiado, no domingo, na final do AfroBasket2025. Mais de 12 mil espetadores assistiram ao Angola-Mali, no Pavilhão Multiusos do Kilamba, em Luanda.
O antigo representante da UNITA nos Estados Unidos de América, Jardo Muekalia, passa a integrar desde esta segunda-feira, 25, as fileiras o PRA-JA - Servir Angola.
Angola conquistou este domingo o seu 12º título continental, ao vencer o Mali por 70-43, no jogo da final do Afrobasket2025, no pavilhão Multiúsos do Kilamba, em Luanda.
A Comissão Política Nacional do Partido Humanista de Angola (PHA) remeteu ao Tribunal Constitucional o processo sobre a destituição, por unanimidade, de Florbela Malaquias do cargo de presidente, confirmou, em Luanda, o vice-presidente para o Conselho de Justiça Nacional do PHA, Nsimba Luwawa.
A confiança no sistema judicial angolano volta a ser abalada por denúncias graves de corrupção e manipulação de processos. O secretário executivo do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), Manuel Victor Assuilo, é acusado de ter recebido 2 milhões de dólares da Sonangol para influenciar o desfecho de um processo que envolve a petrolífera estatal e os herdeiros de Gaspar Gonçalo Madeira.