O relatório da Pangea revela um conhecimento minucioso da nova arquitetura do poder do país e coloca o Presidente angolano no radar da justiça dos EUA. Paradoxalmente, esta possibilidade constitui a maior fragilidade do documento.
Uma carta aberta, subscrita pelo activista Luaty Beirão e Fernando Macedo, ao Presidente da República, João Lourenço e demais órgãos de soberania angolana, denuncia Juiz Joel Leonardo, presidente do Tribunal Supremo, por actos que estes consideram um autêntico abuso de poder.
A LGL Trustees, da ilha de Jersey, foi condenada em tribunal por ter falhado as obrigações em sede de prevenção do branqueamento de capitais em relação ao seu antigo cliente Quantum Global, do empresário Jean-Claude Bastos de Morais
O Presidente da República, João Lourenço, nomeou, nesta segunda-feira, Vânio António Gaspar Americano para o cargo de secretário de Estado da Administração Pública, em substituição de António Francisco Afonso.
O Governo angolano aprovou as taxas e emolumentos a cobrar pelos serviços prestados pelas instituições públicas do ensino secundário, nomeadamente a emissão e autenticação de documentos, acesso às provas e outros serviços administrativos.
O Movimento de Estudantes Angolanos (MEA) denunciou hoje a detenção de alguns estudantes da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, que tentavam manifestar-se contra a subida “abusiva” de preço dos emolumentos.
A UNITA propôs hoje a “criação de uma frente patriótica para alternância do poder”, por forma a “salvar” Angola de uma “ditadura democrática”, quando se assinala o 19.º aniversário da morte do seu fundador, Jonas Malheiro Savimbi.
O plano de reestruturação e recapitalização da companhia aérea angolana TAAG já custou aos cofres do Estado cerca de 700 milhões de dólares (577 milhões de euros), disse hoje o ministro dos Transportes, Ricardo Viegas Abreu.
Contactado pelo jornal OPAÍS, o acusado desmentiu a existência de um processo no seu gabinete para o afastamento de alguns militantes do secretariado municipal do Cazenga
A Unitel admite que a decisão de processar Isabel dos Santos na justiça britânica para recuperar uma alegada dívida foi discutida e aprovada pela administração, mas negou, em documentos apresentados em tribunal, que tenha sido por ordem do Governo angolano.