O anúncio de uma revisão pontual da Constituição angolana feito pelo Presidente João Lourenço nesta terça-feira, 2, já provoca reacções em Luanda.
O Conselho de Ministros de Angola apreciou hoje uma proposta de lei para revisão da Constituição do país, considerando que as alterações sugeridas “visam fortalecer o Estado de direito democrático” e “a separação e interdependência dos órgãos de soberania”.
A UNITA, maior partido da oposição angolana, recebeu hoje "com surpresa" o anúncio do Presidente angolano para avançar com uma revisão pontual da Constituição da República, temendo o adiamento das eleições gerais, previstas para 2022.
O Executivo entregou nesta terça-feira, à Assembleia Nacional, a proposta de Lei de alteração à Constituição da República de Angola em vigor desde 5 de Fevereiro de 2010.
A Amélia do Amaral Gourgel, de 71 anos de idade, médica em Angola tornou-se, nesta terça-feira, a primeira angolana a ser vacinada contra a Covid-19 no país.
A UNITA e a CASA-CE consideram que o anúncio feito hoje pelo Presidente da República, João Lourenço, de que vai propor uma revisão à Constituição da República "é uma vitória da oposição e da sociedade civil que sempre desejaram que este passo importante fosse dado".
Angola, Camboja, República Democrática do Congo e Nigéria recebem hoje vacinas anti-Covid distribuídas pela plataforma Covax, iniciativa que visa garantir uma vacinação equitativa contra o novo coronavírus, anunciou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O gabinete de estudos do Banco Fomento Angola (BFA) referiu que a moeda angolana, o kwanza, apreciou-se "significativamente" face ao dólar na semana passada, salientando a valorização de 3,8% desde o início do ano.
O Presidente da República de Angola afirmou hoje que a análise sobre a dupla nacionalidade de dirigentes de partidos políticos está a ser “deturpada” por “conveniência de uns poucos”, rejeitando campanhas de incitação ao racismo e xenofobia.
O Presidente angolano falou hoje, pela primeira vez, sobre os incidentes em Cafunfo, condenando o alegado ato de rebelião, mas garantindo também que serão responsabilizados os polícias que terão “praticado atos considerados desumanos”.