O engenheiro Fernando Pacheco, membro do Conselho da República de Angola, considerou hoje que as greves que se registam no país resultam "de deficientes políticas de governação” e da “decadência do diálogo” entre governantes e a população.
Desde que o Presidente da República, João Lourenço, chegou ao poder, o Tribunal Constitucional (TC) ainda não reconheceu nenhum partido político, o que tem vindo a preocupar os mais de 20 responsáveis das comissões instaladoras que tem os seus processos "pendurados".
O actual líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola, Valente Bezerra Luís, esclareceu, esta terça-feira (21), que, contrariamente ao que se especula sobre o envolvimento do MPLA na congregação religiosa, o partido político nunca esteve no processo da chamada comissão de reforma.
Trinta supostos militantes da UNITA, acusados de actos de vandalização de bens públicos e privados no município de Sanza Pombo, na província do Uíge, foram apresentados, esta segunda-feira, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC).
Muitos políticos e fazedores de opinião, dentro de formações políticas ou fora delas, defendiam e ainda defendem uma união entre a oposição no sentido de se tirar o MPLA do poder, por via de eleições.
Secretário da UNITA no Uíge acusa efetivos do Serviço de Investigação Criminal (SIC) de torturarem militantes do partido detidos na sequência dos confrontos, no sábado (19.03), com membros do MPLA, em Sanza Pombo.
O barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em maio, fechou hoje no mercado de futuros de Londres em alta de 7,12%, para os 115,62 dólares, o seu nível mais alto em 10 dias.
A pobreza acompanhará os angolanos durante muito tempo, “com perdas sociais anexadas relevantes e inviabilizadoras do vencimento do seu ciclo vicioso”, conclui o Relatório Social de Angola da Universidade Católica angolana.
Os funcionários judiciais do Tribunal Supremo de Angola iniciaram hoje, em Luanda, uma greve de duas semanas para reclamar uma equiparação salarial com os seus colegas de tribunais superiores, concentrando-se esta manhã em frente àquela instituição.
O governador do Banco Nacional de Angola, José Lima Massano, considera que a moeda nacional de Angola, o kwanza, está equilibrada, depois de ter perdido 80% face ao dólar e estar agora a recuperar o terreno.