O Sindicato Nacional de Professores (Sinprof) angolanos terminou hoje a greve de cinco dias úteis, sem assinar acordo com o Ministério da Educação, com quem reuniu quinta-feira para abordar as questões exigidas no caderno reivindicativo.
Uma denúncia anónima, enviada para Angola24Horas, dá conta de que o presidente da CPE, usou, pela segundo vez, os meios públicos para fins pessoais, facto que tem causado insatisfação a funcionários daquele órgão, segundo relata.
A visita do Presidente angolano, João Lourenço, aos Estados Unidos da América (EUA) é um “passo importante” no sentido de diversificar a sua política externa e diminuir a influência da Rússia e China, afirmou hoje o académico Assis Malaquias.
Ativista angolano, Luther Campos, negou em tribunal as acusações que lhe são imputadas e afirma que a Televisão Pública de Angola (TPA) manipulou as imagens que o incriminam.
O ex-ministro de Estado angolano e jurista Carlos Feijó disse hoje que muitos ministros angolanos “não sabem distinguir superintendência, poder de direção e tutela”, referindo que daí já surgiram “vários conflitos” por tentativa de interferência em alguns órgãos.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) angolana disse hoje que “desconhece” os prazos para a reprivatização dos órgãos privados de comunicação confiscados pelo Estado, há dois anos, mas acompanha o processo para “salvaguarda da sã concorrência”.
Angola vive uma situação de "recessão social”, com uma taxa de pobreza elevada, que as perspetivas de crescimento económico terão dificuldade em inverter, afirmou hoje o economista Alves da Rocha.
A Assembleia Nacional de Angola votou hoje contra o pedido de alteração da ordem do dia pelo grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, para debater a greve dos professores, que termina esta sexta-feira.
O Procurador Geral da República garante que o processo que envolve Isabel dos Santos está próximo de ser remetido ao tribunal e do ex-Vice Presidente da República, Manuel Vicente, está na fase inicial.
Um deputado da UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje em Luanda que vai propor ao parlamento a realização de um estudo sobre “a invasão nefasta de certos domínios estrangeiros”, com destaque para os cidadãos chineses.