O Presidente angolano disse hoje que é hora de negociar e fazer a paz na Europa, voltando a apelar a um cessar-fogo definitivo e incondicional por parte da Rússia para criar o “necessário ambiente negocial” entre as partes.
Em comunicado emitido nessa quinta-feira, 12 de janeiro, a companhia aérea TAAG Angola Airlines faz um pedido de desculpas a seus clientes.
Um dirigente sindical pediu às autoridades policiais para investigarem o programa da merenda escolar afirmando haver indícios claros de desvio de fundos desse programa.
O presidente da Associação dos Juízes de Angola disse que o Conselho Superior da Magistratura tem que esclarecer a controvérsia gerada em redor da alegada ocupação ilegal de edfícios na Vida Pacífica no Zangoa por parte de vários juízes.
A Procuradoria Geral da República (PGR) confirmou, hoje (quinta-feira) que está a trabalhar a fim de apurar o suposto envolvimento de agentes e altos oficiais do Serviços de Investigação Criminal (SIC), no tráfico ilícito de drogas no país.
A Assembleia Nacional de Angola chumbou hoje um requerimento do grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição, para um voto de protesto sobre atos praticados contra a classe jornalística “que se têm manifestado de diferentes formas”.
O investimento chinês em Angola mais do que duplicou desde 2020, com uma melhoria também nas trocas comerciais, refletindo uma relação “consistente” e que vai ser revitalizada com a visita do ministro dos Negócios Estrangeiros chinês ao país.
Um navio de pesca por arrasto de bandeira nacional, baptizado com o nome de ‘Simione’ — dado como ‘furtado’ em Novembro do ano passado, quando se encontrava sob a protecção da Polícia Fiscal angolana —, foi capturado pela Guarda Civil de Espanha, nas Ilhas Canárias, com 3.300 quilos de cocaína no convés.
O gigante do israelita Haim Taib, através da sua participada Luminar Finance, vai emprestar ao Governo angolano mais de 750 milhões de dólares, para que o grupo Mitrelli, do mesmo conglomerado empresarial, que actua em sectores tão diversos como as telecomunicações, a agricultura, ou a saúde, construa duas centralidades, uma em Malanje e outra no Kwanza-Norte.
Ataques à liberdade de imprensa, violência policial e detenções arbitrárias em Angola são algumas das denúncias no relatório da Human Rights Watch (HRW) sobre os direitos humanos em 2022 que coincidiu com ano eleitoral no país africano.