Superiormente comandada pelo maestro ou regente Joel, há no Tribunal Supremo uma orquestra que concebe, planifica, executa e reparte os dividendos dos trabalhos porco edificantes.
Técnicos de justiça e administrativos da Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana disseram hoje que o órgão “está estagnado” por “falta de idoneidade” do atual PGR, lamentando a “falta de resposta” às reivindicações em vésperas de abertura do Ano Judicial.
David Mendes, cujo mandato de deputado terminou no ano passado (2022), continua de "pedra e cal" contra o líder da UNITA e considera-o «um perigo» para Angola caso ascenda ao poder. Na presente Grande Entrevista ao NJ, o jurista, que não poupa críticas ao sistema judiciário e a membros do MPLA, que supostamente se terão juntado à oposição para garantir a sua sobrevivência, justifica o apoio ao Presidente João Lourenço, por identificar no também Chefe de Estado o propósito genuíno de endireitar o País.
Trata-se das obras do condomínio “Luz Lar”, em nome de Djamila Gracinda Moura Laborinho, filha do ministro do Interior, Eugénio Laborinho, localizado no bairro Camama, distrito urbano com o mesmo nome, no município de Talatona, em Luanda, cujo Tribunal de Comarca de Belas revela que o mesmo está ser construído em terreno usurpado, onde é lesado, desde o mês de Junho de 2021, o cidadão João André da Cunha Sousa.
O Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Superior de Angola (SINPES) retomou hoje a greve, por tempo indeterminado, em protesto contra os “salários miseráveis” e a inversão de prioridades do executivo.
A par de Manuel Vicente e Isabel dos Santos, Silvio Franco Burity, antigo presidente do Conselho de Administração da Administração Geral Tributária e antigo diretor nacional das Alfandegas é outra alta figura pública angolana com ativos imobiliários valiosos em Londres.
Cerca de 70 tripulantes da companhia aérea angolana TAAG protestaram hoje contra a “gestão danosa” da administração da transportadora e exigem que as suas reivindicações sejam atendidas.
O MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola) gastou 1,9 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros) com as ações de campanha realizadas no âmbito das eleições gerais de agosto de 2022. Este montante é 700 vezes superior ao permitido por lei.
Desde a tomada de posse para o seu segundo mandato, o Presidente João Lourenço aprovou 37 despachos presidenciais na modalidade de contratação simplificada, para fazer face a diversas obras em todo o território Nacional.
O presidente da UNITA pediu à comunidade internacional que não feche o olhos aos "actos inconstitucionais" praticados pelo partido no poder em Angola e criticou a “conivência” do Banco Mundial que “aprovou programas de financiamento formalmente concebidos para comprar votos".