O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, afirmou que está a chegar o "fim de uma era" em Angola, e a iniciar-se uma "fase de transição", que passa por eleger em 2017 um Governo "que trabalhe para o povo".
A avaria técnica que impedia a emissão de vistos em consulados das embaixadas de Angola foi solucionada e o processo será retomado hoje ou sexta-feira, disse hoje à Lusa fonte do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME).
Alguns observadores de Portugal ao XII congresso ordinário da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) não conseguiram ainda visto para entrar no país, disse hoje à Lusa o porta-voz do conclave.
O Governo angolano vai manter a cobrança de uma taxa de 10 por cento sobre algumas transferências para o estrangeiro em 2016, medida que entrou em execução em julho último face à crise financeira e cambial no país.
Diversas organizações de defesa dos direitos cívicos e humanos presentes numa concentração hoje, em Lisboa, pela libertação dos 17 ativistas angolanos, expressaram à agência Lusa o seu ceticismo face ao julgamento em curso em Angola.
Standard Chartered, o banco britânico com operações em toda a África e Ásia, terminou suas operações de venda de dólares a bancos comerciais angolanos considerado como negócio de alto risco de crime financeiro.
O Ministério Público (MP) apresentou esta quarta-feira (02.12) dois vídeos e um quadro escolar com as iniciais do nome do presidente angolano JES associadas a outras palavras como provas contra Luaty Beirão dos crimes de ato preparatório de rebelião e atentado contra o presidente da República e órgãos de soberania.
O Governo angolano extinguiu formalmente, esta semana, mais cinco empresas públicas, que se juntam a outras dez, de vários setores, oficialmente encerradas em novembro em função da situação financeira ou nível de atividade que apresentavam.
Cerca de 1.150 delegados da UNITA reúnem-se a partir de quinta-feira, em Luanda, para o XII congresso ordinário do maior partido da oposição em Angola, que servirá para escolher o líder e candidato às eleições de 2017.
O Governo angolano vai gastar mais de 7,5 milhões de euros na fiscalização da empreitada de construção de cinco novas estações ferroviárias em Luanda, que vão servir a ligação ao futuro aeroporto internacional da capital.