O Plano de Recapitalização e Reestruturação (PRR) do Banco Sol, aprovado pelo regulador angolano, deve ser implementado em três anos e prevê um aumento do capital social e redução até 30% do pessoal, anunciou hoje a instituição.
Pelo menos três jornalistas foram detidos pela polícia angolana, em Luanda, quando cobriam uma manifestação de estudantes, que foi impedida pelas autoridades.
O Comité para a Proteção de Jornalistas (CPJ) condenou hoje a detenção de profissionais da comunicação social que cobriam uma marcha em Luanda, manifestando surpresa pelo facto de as autoridades prosseguirem uma atuação que contraria o direito à informação.
A ministra angolana das Finanças indicou à Lusa que recebeu em Washington "sinais" de que os Estados Unidos (EUA) continuam comprometidos com o Corredor do Lobito, apesar dos cortes no apoio a África ditados pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
A ministra angolana das Finanças admitiu à Lusa que um problema de liquidez está na base dos atrasos dos pagamentos a empresas com contratos com o Estado, mas garantiu que a situação será regularizada, embora sem prazos definidos.
As declarações da ministra da Educação de Angola, Luísa Grilo — que afirmou que "jovens que abandonam Angola devido à falta de condições sociais e económicas não fazem falta” — geraram uma onda de críticas, especialmente por parte de jovens na diáspora.
Com a perda do poder de compra, esmagadora maioria dos angolanos não tem possibilidade de adquirir bens valiosos, como casa e carro, nos próximos dois anos. E teme pela alta de preços no decurso de 2025.
Um cidadão brasileiro de 21 anos de idade foi detido, recentemente, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) por suposto envolvimento no crime de tráfico de droga.
A UNITA acusou esta sexta-feira, 25, o Presidente da República, João Lourenço, de quer revogar os cartões de eleitor, mesmo sabendo que mais de um terço dos eleitores em Angola não tem Bilhete de Identidade.
O Executivo angolano assegura que não há qualquer risco de atraso no pagamento de salários na função pública, mesmo com a actual queda do preço do petróleo nos mercados internacionais.