O julgamento dos generais angolanos "Dino" e "Kopelipa" será retomado na próxima semana, quando for encontrado um intérprete chinês para um dos arguidos, decidiu hoje a juíza presidente do coletivo.
O Tribunal do Huambo começou hoje a julgar os acusados de planearem um ataque terrorista durante a visita a Angola do ex-presidente norte-americano Joe Biden, tendo a defesa solicitado o regime de arguido colaborador para os seus constituintes.
Um cidadão nacional de 32 anos de idade foi detido, no fim-de-semana, no município de Viti Vivali, na Huíla, após espancar até à morte a sua esposa, de 27, por ela ter alegadamente “hipotecado” a própria filha, de dois, numa cantina de venda de bebidas alcoólicas, onde teria consumido sem pagar.
O julgamento dos generais angolanos “Dino” e “Kopelipa” iniciou-se nesta segunda-feira com a leitura da acusação, onde o nome de Manuel Vicente surge várias vezes, podendo o ex-patrão da Sonangol ser chamado como testemunha, disse fonte da defesa.
O Secretário Provincial da UNITA no Moxico, Afonso Baptista Ndumba, entregou-se nesta segunda-feira, 10, vindo do Saurimo, e já se encontra detido numa das esquadras da Polícia Nacional.
O julgamento dos generais Manuel Vieira Dias "Kopelipa" e Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino” retomou-se esta segunda-feira, no Tribunal Supremo, com o Ministério Público a acusar os arguidos de lesar o Estado angolano em biliões de dólares durante anos.
A companhia aérea Brussels Airlines confirmou esta segunda-feira que vai deixar de fazer voos diretos entre Bruxelas e Luanda, e no sentido inverso, a partir do final deste mês, forçando os passageiros a fazerem escala na Alemanha.
O dirigente máximo da UNITA no Moxico, Afonso Ndumba, foi visto na comitiva do líder do “Galo Negro” de regresso à Luanda.
Os generais Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa” e Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino” começam a ser julgados hoje, no tribunal Supremo, num processo em que está envolvido o grupo empresarial China internacional Fund (CIF) Angola, que investiu um total de 791 milhões, 607 mil e 291 dólares no país, de 2008 a 2017, de acordo com documentos a que o jornal OPAÍS teve acesso.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana anunciou hoje a recuperação a favor do Estado de bens móveis, imóveis, participações sociais e dinheiro em montante superior a 1,8 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros), em 2024.