O presidente da Associação dos Hotéis e Resorts de Angola (AHRA) defendeu hoje que as autoridades e parceiros devem trabalhar para garantir paz e estabilidade no país, após os tumultos da semana passada que “beliscaram” a imagem do país.
Ativista exigiu não só o reconhecimento da independência de Cabinda, como a responsabilidade dos países colonizadores, cujas ações no passado levaram a que esta região acabasse integrada em Angola.
O Bloco Democrático (BD) pediu esta segunda-feira, 04, a criação de uma comissão independente de inquérito, com participação da sociedade civil, Ordem dos Advogados e das Nações Unidas, para apurar responsabilidades criminais e administrativas, na sequência das mortes ocorridas durante a greve dos taxistas.
Vinte crianças com idades entre os 12 e 15 anos, envolvidas em actos de vandalismo e pilhagem durante a greve dos taxistas, em Luanda, foram restituídas às respectivas famílias, sexta-feira, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC).
O Bispo da Igreja Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo (Tocoístas), Dom Alfonso Nunes, voltou a expressar, neste domingo, em Luanda, profunda indignação e consternação com a morte da cidadã Ana Mubiala, baleada durante as acções de vandalismo e pilhagens no bairro Caop-A, município dos Mulenvos, Luanda, no dia 29 de Julho do corrente ano.
A greve nacional dos taxistas decorreu entre 28 e 30 de julho em protesto contra o aumento do preço do gasóleo. A paralisação resultou em confrontos violentos, atos de vandalismo e pilhagens em várias zonas da capital e noutras províncias.
Os Estados Unidos reduziram de 32% para 15% as tarifas aduaneiras aplicadas aos produtos angolanos, no âmbito da nova estratégia comercial da administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a embaixada de Angola em Washington.
A Amnistia Internacional apelou hoje às autoridades angolanas que abram uma investigação "independente, completa e imparcial" sobre os assassinatos e ferimentos durante a greve de taxistas de três dias em Luanda, Huambo, Benguela e Huíla.
O presidente da Associação Nacional dos Taxistas de Angola (ANATA) demarcou-se hoje da greve que decorreu entre segunda e quarta-feira, responsabilizando "pessoas estranhas" pela paralisação, que havia desconvocado, e contestou a detenção do seu vice-presidente.
O Movimento Cívico Mudei denunciou hoje um “profundo divórcio entre o Estado e o povo” angolano e exigiu a demissão do Governo criticando a repressão violenta dos protestos.