O músico e ativista luso-angolano Luaty Beirão disse hoje que a proibição da marcha prevista para quarta-feira, Dia da Independência de Angola, carece de fundamento legal e sublinhou que o governo também é obrigado a cumprir as leis.
O diretor da consultora EXX Africa disse hoje à Lusa que as reformas em Angola poderão ser adiadas devido à crise económica e aos protestos violentos das últimas semanas, o que afeta as relações com o FMI.
O analista da Economist Intelligence Unit (EIU) que segue a economia de Angola disse hoje à Lusa que a diversificação deverá ficar suspensa até 2022, à espera da retoma económica e do aumento das receitas fiscais.
O Serviço Penitenciário angolano rejeitou hoje que a sobrelotação das cadeias do país seja quatro vezes superior à capacidade instalada, como disse o líder da juventude da UNITA, e garantiu que os reclusos “não vivem em condições sub-humanas”.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC), através do seu departamento no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, apresentado hoje (Segunda-feira), em Luanda, à imprensa, dois suspeitos de trafico de droga, detidos no sábado.
Estão a ser assinaladas várias movimentações do regime no sentido de criar um ambiente de intimidação e desmobilização dos jovens que nas redes sociais expressam interesse em participar na manifestação agendada para quarta-feira, 11 de novembro.
A Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) denunciou hoje a morte de sete refugiados cabindenses, no domingo, durante um ataque das Forças Armadas Angolanas (FAA) numa aldeia congolesa fronteiriça.
O Governo Provincial de Luanda proibiu a manifestação prevista para quarta-feira, organizada por jovens ativistas, que mantêm a intenção de sair à rua para protestar contra o elevado do custo de vida e pedir eleições autárquicas em 2021.
O gestor António Costa Silva disse hoje que Angola caiu numa "armadilha" e, dos biliões das receitas petrolíferas "nada ficou para os angolanos", 45 anos depois da independência.
O gestor António Costa Silva, afirmou hoje que o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) chegou ao Alvor, onde foi negociado, em 1975, o acordo para a independência do país, "claramente dividido em três fações".