A visita do Presidente angolano, João Lourenço, aos Estados Unidos da América (EUA) é um “passo importante” no sentido de diversificar a sua política externa e diminuir a influência da Rússia e China, afirmou hoje o académico Assis Malaquias.
Uma denúncia anónima, enviada para Angola24Horas, dá conta de que o presidente da CPE, usou, pela segundo vez, os meios públicos para fins pessoais, facto que tem causado insatisfação a funcionários daquele órgão, segundo relata.
Ativista angolano, Luther Campos, negou em tribunal as acusações que lhe são imputadas e afirma que a Televisão Pública de Angola (TPA) manipulou as imagens que o incriminam.
O ex-ministro de Estado angolano e jurista Carlos Feijó disse hoje que muitos ministros angolanos “não sabem distinguir superintendência, poder de direção e tutela”, referindo que daí já surgiram “vários conflitos” por tentativa de interferência em alguns órgãos.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) angolana disse hoje que “desconhece” os prazos para a reprivatização dos órgãos privados de comunicação confiscados pelo Estado, há dois anos, mas acompanha o processo para “salvaguarda da sã concorrência”.
Angola vive uma situação de "recessão social”, com uma taxa de pobreza elevada, que as perspetivas de crescimento económico terão dificuldade em inverter, afirmou hoje o economista Alves da Rocha.
A Assembleia Nacional de Angola votou hoje contra o pedido de alteração da ordem do dia pelo grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, para debater a greve dos professores, que termina esta sexta-feira.
A Assembleia Nacional de Angola aprovou hoje a proposta de lei da amnistia, com abstenção do grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, que considerou que a lei "vai ser seletiva”.
O Procurador Geral da República garante que o processo que envolve Isabel dos Santos está próximo de ser remetido ao tribunal e do ex-Vice Presidente da República, Manuel Vicente, está na fase inicial.
O líder do grupo parlamentar da UNITA, partido da oposição, disse hoje que a formação política não aceitará o adiamento das eleições autárquicas, por conta da nova divisão política administrativa, que propõe passar de 164 para 581 municípios.