Adalberto Costa Júnior, líder da UNITA, considera que o Presidente João Lourenço não tem cultura democrática e exige a sua saída para evitar que o desespero dos angolanos crie um ambiente de instabilidade e violência.
O litro do gasóleo passa a custar 200 kwanzas a partir das zero hora de terça-feira, 23, um aumento de 48%, dando continuidade ao processo de remoção de subsídios aos combustíveis de acordo com um comunicado do Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo divulgado hoje.
A coordenadora de projetos e programas da Associação Construindo Comunidades (ACC) disse hoje, em Luanda, que as ordens para a expropriação de terras partem de entidades do Governo angolano, na capital, para os administradores locais, ignorando as populações.
A Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC) denunciou hoje, em comunicado enviado à Lusa, “execuções sumárias extrajudiciais de civis inocentes” cometidas pelas Forças Armadas Angolanas (FAA) na área de Tando-Nzinze.
O Conselho de Ministros apreciou esta segunda-feira, para envio à Assembleia Nacional, três propostas de lei, com destaque para o sobre crimes de vandalização de bens e serviços públicos que vai de cinco a 15 anos de Prisão.
O líder da Igreja Católica angolana disse hoje que Angola vive um ambiente de “nervosismo” social e político, com fricção, ares de intolerância e linguagem inapropriada, exortando os políticos a estabelecerem bases de diálogo “com urgência”.
O Grupo Parlamentar da UNITA vai entregar esta segunda-feira, 22, no Parlamento o Projecto de Lei Orgânica da Institucionalização das Autarquias Locais em Angola, depois de o documento ter passado em consulta pública mais de 30 dias.
A Ordem dos Advogados de Angola (OAA) apelou à criação de equipas para acompanhar a segunda fase da greve geral, que se iniciou hoje, visando travar possíveis violações dos direitos dos grevistas.
O economista do Fundo Monetário Internacional (FMI) que coordenou o relatório sobre a África subsaariana considerou hoje à Lusa que o crescimento de Angola este ano está sustentado no setor não petrolífero e prevê inflação elevada.
Os trabalhadores paralisaram "na totalidade", no início da segunda fase da greve geral, segundo as centrais sindicais, que acusam o Governo de estar “indiferente” às famílias angolanas que não conseguem ter três refeições por dia.