UNICEF reconhece os desafios de Angola em relação ao "elevado número de crianças fora do sistema de ensino" e à "sobrelotação das infraestruturas escolares, o que influencia a qualidade do ensino".
O Governo angolano disse hoje que o Cofre Geral dos Tribunais (CGT), cuja lei e regulamento foram aprovados pelo parlamento, deve solidificar a autonomia administrativa e financeira dos tribunais e da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O Governo angolano decidiu eliminar o monopólio do Estado no transporte de energia elétrica para viabilizar o investimento privado, com alterações à Lei Geral de Eletricidade, visando a "rápida expansão" no país e interligação regional, foi hoje anunciado.
A petrolífera britânica Shell assinou hoje em Luanda um memorando de entendimento com a concessionária de petróleos de Angola, país que continua a ser de eleição para vários importantes investidores, segundo o titular da pasta dos petróleos.
O Ocidente tem lucrado em África das mais diversas formas possíveis. O seu ímpeto econômico é como um rolo compressor, um trator que esmaga tudo que vê pela frente. Noutros tempos, o facto é que o Ocidente traficou escravos negros africanos – milhões foram enviados para as plantações no Caribe e na América do Norte.
Para a FPU, é vergonhoso que quase cinquenta anos após a independência haja cidadãos "a disputarem contentores de lixo para poderem comer alguma coisa". O MPLA garante que está a tomar medidas.
O Executivo diz que alguns funcionários públicos poderão receber um pouco mais do que os 25% de aumento salarial previstos na proposta do Orçamento Geral do Estado para 2025 (OGE2025), mas alerta que outros poderão receber menos. Isto por causa da "correcção de algumas distorções".
O Governo angolano considerou hoje que o país precisa de um Tribunal de Contas (TdC) "forte e interventivo" capaz de exercer um efetivo controlo externo das finanças públicas para utilização correta dos recursos e consolidação do Estado democrático.
O centro de Maputo vive esta manhã momentos de caos, com dezenas de manifestantes a apedrejarem viaturas da polícia, entre ruas totalmente bloqueadas, depois de uma jovem ter sido atropelada por militares, quando protestava no centro da avenida Eduardo Mondlane.
No relatório "Promessas quebradas: Manifestantes entre gás lacrimogéneo, balas e bastões em Angola", é documentado que a polícia angolana "matou crianças a tiro, disparou granadas de gás lacrimogéneo contra multidões, queimando braços e pernas, e espancou brutalmente pessoas sob a sua custódia, provocando profundas cicatrizes físicas e emocionais".