O Presidente norte-americano foi hoje recebido pelo homólogo angolano no Palácio Presidencial em Luanda, cumprindo a promessa de visitar África antes de deixar a Casa Branca.
A histórica visita do Presidente Joe Biden a Angola coincide com as controversas declarações do Presidente eleito Donald Trump sobre a imposição de tarifas às nações do BRICS, que incluem Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos.
O Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, advertiu hoje que os grupos palestinianos da Faixa de Gaza pagarão um "preço terrível" se os reféns não forem libertados antes da sua tomada de posse, em 20 de janeiro.
O Presidente norte-americano Joe Biden cumprimentou hoje membros da comunidade residente em Angola no Aeroporto Internacional 4 de fevereiro, onde foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Téte António.
Revelador, em primeiro lugar, da mudança da nossa bússola diplomática. O norte já não está na Europa. O bom aluno de Jacques Delors é hoje o bom anfitrião de qualquer tiranete com petróleo na quinta, seja ele Khadafi, Chávez ou Santos. Houve quem tivesse o devido fanico moral. Mas a questão não é só ética.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chegou na tarde desta segunda-feira a Luanda, para uma visita de Estado de três dias, focada na consolidação da parceria estratégica.
Uma grande festa está a ser preparada na capital, Luanda. Finalmente, o partido no poder e o seu representante máximo, o Presidente João Lourenço, podem celebrar o seu grande triunfo no campo da política externa – o estreitamento de laços com outros países que investem no Corredor do Lobito. Contudo, nem todos os angolanos veem nisso um triunfo.
Em 27 de novembro, tiveram início as eleições gerais na Namíbia. Por razões logísticas, a Comissão Eleitoral decidiu prolongar o processo até 30 de novembro. Os principais partidos da oposição entraram nas eleições com grandes expectativas quanto aos seus resultados.
Membros da sociedade civil pediram hoje ao Presidente norte-americano que persuada o Governo angolano a “abraçar a democracia” e não apenas centrar-se nas relações económicas, referindo que a atual governação “não tem compromisso” com os direitos humanos.
Entre terça e quarta-feira os trabalhadores das províncias de Luanda e Benguela terão tolerância de ponto. Em causa está o grau de importância da vista do Presidente dos EUA a Angola.