O Movimento Nacional Espontâneo saiu nesta terça-feira em defesa do padre católico Cônego Apolónio Graciano e considerou injusto que "qualquer membro de uma igreja seja indiciado em heresia, pelo facto de exaltar os feitos do Presidente da República do seu país".
O líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), o maior partido da oposição, exortou hoje os angolanos a libertarem-se das "amarras mentais" resultantes do período do partido único.
“Nota-se nas manifestações que têm sido e serão sempre reprimidas com grande brutalidade pelos homens ao serviço explicito de José Eduardo dos Santos, assim como nas eleições eleitorais até agora realizadas caracterizadas por fraudes eleitorais, que falta em Angola um verdadeiro líder na oposição que tenha história e queira fazer história.
O Banco BIC Angola está num processo negocial que visa a venda de parte do seu capital a um grande banco internacional, estando em causa uma participação entre 10% e 15%, adiantou hoje o presidente da instituição, Fernando Teles.
O comandante da Polícia Nacional na Ilha de Luanda é acusado de torturar a activista Laurinda Gouveia e mais um companheiro, Óscar Fernandes, com barras de ferros e ameaça-los de morte caso voltem a se manifestar.
Um dia depois das manifestações do fim-de-semana em Luanda, os partidos na oposição em Angola defendem que o país só será um país democrático e de direito sem o MPLA e José Eduardo dos Santos no poder. O partido no poder acusa de crime os que pedem a demissão do Presidente da República.
Segundo o antigo director-adjunto dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SINSE) de Luanda, Paulo Mota, em declarações a instância de defesa, Manuel Miranda ordenou, Francisco Pimentel, vulgo Kiko, disparou e Luís Miranda só assistiu. Mas o autor dos tiros acusou-o de ser o mandante.
Se há um país onde a Oposição não tem a vida minimamente facilitada, ele chama-se Angola dos nossos dias, ou dos dias que tardam em passar, por se estarem a movimentar de forma muito lenta e sempre aos empurrões.
Laércio Lukeny Mateus era um menino saudável e feliz, até que uma violenta queda do 3º andar o deixou a mercê de um leito em que ficaria durante sete meses de calvário, imóvel e sem fala.
O primeiro aniversário da morte de um dirigente da oposição angolana, atingindo a tiro por elementos da Unidade Guarda Presidencial (UGP), foi hoje assinalado em Luanda com uma marcha de protesto que decorreu sem incidentes conhecidos.