O embaixador norte-americano em Angola afirma que a decisão relativa à presença de observadores internacionais para acompanhar as eleições previstas para agosto de 2022 compete ao executivo angolano, afirmando que o assunto tem sido abordado com várias entidades.
O professor e investigador angolano Patrício Batsikama confessa-se à agência Lusa “descansado” com o dia seguinte às eleições em Angola, marcadas para agosto próximo, mas acredita que haverá sempre contestação aos resultados do escrutínio.
A posição assumida por Angola de não-condenação da invasão russa da Ucrânia não afeta a relação com os Estados Unidos, afirmou o embaixador norte-americano em Luanda, garantindo que os dois países vão “continuar a trabalhar juntos”.
Foram "apanhados" ao final da manhã de sexta-feira, 25 de março, em Luanda, o antigo membro da UNITA, Rui Galhardo e José Katchiungo, candidato em 2019 ao cargo de presidente da UNITA, num restaurante na zona do Nova Vida, em Luanda.
Jurista Daniel Maurício considera que julgamento de Carlos São Vicente é "encenação" com "resquícios políticos". À DW, diz que a Justiça é "seletiva" e anda na "perseguição" de figuras próximas de Eduardo dos Santos.
A Plataforma 27 de Maio, que junta sobreviventes e órfãos do alegado golpe de Estado em Angola, disse que se “impõe” a participação de especialistas forenses na identificação dos 10 corpos recuperados pela CIVICOP, denunciando encenação governamental.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) angolano anunciou hoje que está a investigar as circunstâncias da morte de dois meliantes em Luanda após uma perseguição policial, tendo sido já detido o agente que fez os disparos na via pública.
O embaixador russo em Paris foi hoje convocado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, após a publicação de cartoons na sua conta do Twitter que foram considerados "inaceitáveis" pela diplomacia francesa.
Oxford Research Center diz que Presidente e MPLA controlam totalmente o Estado angolano e não têm “credibilidade democrática”
O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos angolano disse hoje, em Luanda, que foram identificados até à presente data 10,2 milhões de cidadãos com capacidade eleitoral, mas há dificuldades para saber deste número quem já morreu.