O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder no país, pretende ter militantes dotados de competências não só para acompanhar as inovações tecnológicas, mas também para trabalho político junto das comunidades.
Economista angolano critica fatia destinada à Defesa e Segurança no Orçamento Geral angolano, contra "necessidade de investir na Educação e Saúde" e afirma que cortes na Justiça são "ataque à democracia".
O presidente reeleito da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Isaías Samakuva, apelou hoje à "unidade" do partido para fazer "renascer a pátria angolana" nas eleições gerais de 2017, em que será candidato.