O Conselho de Segurança da ONU, o envio de militares à República Centro-Africana ou a conferência internacional sobre a pirataria no golfo do Guiné colocam Angola no centro da diplomacia africana em 2015, ano marcado pela contenção orçamental interna.
Angola continua sem data à vista para a realização das primeiras autárquicas, embora o sufrágio esteja previsto na Constituição. O MPLA refere que, agora, o escrutínio cairia "de pára-quedas". A oposição discorda.
Um grupo de indivíduos não identificados, em Luanda, é acusado de estar a “extorquir” somas avultadas de dinheiro aos requerentes de vistos para a República da África do Sul, sob alegação de tornar o processo mais célere e prático em relação as agências vocacionadas para o efeito.
O chefe da delegação do governo moçambicano, José Pacheco, acusa o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, de violar o acordo de cessação das hostilidades com os comícios que tem vindo a organizar pelo país.