O Governo angolano prevê para 2024 um aumento salarial na Função Pública de cerca de cinco por cento de acordo com a proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) entregue na terça-feira, 31, à Assembleia Nacional.
Produtores e importadores angolanos devem informar o Governo, a partir de 2024, anualmente, sobre as suas necessidades de aquisição de insumos e as intenções de compra de bens de amplo consumo.
Os salários da administração pública angolana registaram um crescimento médio anual de 10%, entre 2017 e 2022, correspondendo a uma média anual de 1,9 mil milhões de kwanzas (2,1 milhões de euros), segundo um documento que visa um novo regime salarial.
O Executivo prevê reduzir a taxa de desemprego em todo o país para 25 por cento, até 2027, através da Agenda Nacional do Emprego, instrumento aprovado, recentemente, pelo Conselho de Ministros, para estimular a capacidade da economia nacional e gerar empresas.
Um sistema fotovoltaico com sete mil painéis solares vai ser erguido, nos próximos tempos, na localidade de Quixinje, no município de Cacuso, Malanje, numa empreitada a ser levada a cabo pela empresa de engenharia e construção Omatapalo, de acordo com dados tornados públicos pela administração local.
O Sindicato dos Jornalistas de Angola alerta para nova onda de perseguição e intimidação a jornalistas. O líder do sindicato, Teixeira Cândido, pede à Procuradoria-Geral da República que investigue todas as denúncias.
O Diretor-Geral do Instituto de Fomento Turístico em Angola, Afonso Vita, tem estado sob escrutínio devido a alegações de nepotismo e alegados desvios de fundos. As alegações envolvem o uso de empresas fictícias para lavagem de dinheiro e extorsão de clientes em busca de alvarás no Ministério. Além disso, surgiram preocupações relacionadas a inspeções não planeadas a estabelecimentos de turismo.