O governo angolano anunciou hoje hoje que “não teve acesso ao relatório” sobre as razões da atuação policial junto da TV Camunda News e negou “restrições” à liberdade de imprensa no país.
A Assembleia Nacional angolana chumbou hoje um pedido do grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição, de alteração de agenda, para apresentar um voto de protesto contra demolições, perseguição a ativistas e jornalistas.
Em Angola, a organização não-governamental OMUNGA lamentou a suspensão da emissão do canal digital Camunda News, cujo proprietário, tem sofrido pressão das autoridades. Para a ONG, Angola vive "em clima de medo".
O general Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa” alega não ser titular ou ter participação social na empresa Camarafu, que detinha um contrato de fornecimento de bens alimentares ao Ministério de Defesa Nacional e Veteranos da Pátria e às Forças Armadas Angolanas, com uma facturação anual de 300 milhões de dólares.