No uso sistemático de métodos de repressão militarizada contra grupos de civis, o MPLA igualou-se ao Galo Negro.
No decurso do processo de libertação nacional reiteradamente se despedaçaram todos os marcos de respeito pela condição humana; degradaram-se todos os padrões éticos; no seu lugar impôs-se a lógica assassina e fixou-se o direito de os “libertadores” se auto-proclamarem portadores da centelha da revolução e, em seu nome, se arrogarem o dom de executar os oponentes, bem como quaisquer outras pessoas não identificadas com a sua causa.